<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833</id><updated>2011-08-01T12:07:40.579-07:00</updated><title type='text'>LIBERDADE DIGITAL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-4160368231823569005</id><published>2010-09-09T05:27:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T05:33:41.461-07:00</updated><title type='text'>La otra Cuba</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TIjT9Si9EgI/AAAAAAAAAgo/eEgxnMbiOM4/s1600/anewp564.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 171px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TIjT9Si9EgI/AAAAAAAAAgo/eEgxnMbiOM4/s320/anewp564.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514890793619100162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Ipojuca Pontes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center; font-style: italic;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;No momento em que o Foro de São Paulo, a vertente da criminosa OLAS, de Fidel, trama o nosso futuro em encontros internacionais furtivos, com o objetivo de nos transformar em sub-homens, é mais do que oportuno se tomar conhecimento, pelo milagre da Internet, de filmes do porte de "A Otra Cuba".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial; color: rgb(51, 51, 0);"&gt;Durante cinco dias desta semana, reuniram-se em Buenos Aires, Argentina, representantes do 16º Encontro do Foro de São Paulo, somando delegações de 21 países do continente, com o objetivo de debater e colocar em prática propostas e resoluções para se implantar, na próxima década, o Socialismo do Século XXI no espaço latino-americano (e em particular no Brasil, seu carro-chefe, com a eleição da guerrilheira Dilma Rousseff ao cargo de presidente da República).&lt;br /&gt;Para quem não sabe, o Foro de São Paulo é a recriação, nos tempos atuais, da antiga OLAS (Organização Latino-americana de Solidariedade), entidade (subversiva) internacional fundada por Fidel Castro e Salvador Allende, em Havana, na metade dos anos 1960, inspirada na idéia criminosa de se abrir várias frentes de luta para libertar a América Latina da influência do "imperialismo ianque e seus comparsas opressores", no fundo, trocado em miúdos, a velha tentativa de materializar a fórmula preconizada pelo "Che" Guevara de se instalar "um, dois, três, mil Vietnãs na América Latina".&lt;br /&gt;De fato, os anos 1960 foram decisivos para a propagação do modelo revolucionário cubano no espaço continental. Na prática, no entanto, embora Fidel Castro ainda permaneça à frente do poder na ilha-cárcere, a expansão do seu socialismo por meio da luta armada, conforme previsto, fracassou feio. Ou melhor, fracassou miseravelmente.&lt;br /&gt;É justamente do fracasso da Revolução de Fidel que trata o bem estruturado "A otra Cuba", documentário dirigido por Orlando Jiménez-Leal e Jorge Ulla, tendo como âncoras os jornalistas exilados Valério Riva e Carlos Franqui - este último autor do livro "Retrato de Família com Fidel" e um dos homens-chave dos primeiros anos da revolução, com poderes para convocar e dispensar ministros.&lt;br /&gt;O documentário em pauta, de 2 horas de duração, com formato para exibição em capítulos televisivos, representa a soma de dois anos de trabalhos empreendidos pelas produtoras SPA, SACI, R.A.I. e Guede Films.&lt;br /&gt;O documentário, agora disponível no Youtube, é um painel abrangente, dividido em onze partes, evoluindo numa montagem célere, convergente e divergente, a confrontar fatos e versões que nos dão conta da ruinosa presença da revolução cubana dentro e fora da ilha-cárcere.&lt;br /&gt;O relato cinematográfico começa por citar a frase de Cristóvão Colombo que distingue Cuba como "a terra mais formosa já vista pelos olhos humanos", para depois, por antagonismo, em corte seco, mostrar levas de cubanos (dez mil, de início) invadindo a Embaixada do Peru para pedir asilo.&lt;br /&gt;Neste enrodilhado concêntrico, dividido em temas e subtemas, o documentário evoluí de forma objetiva e envolve plenamente o espectador. Na sua primeira parte, o rico acervo de imagens nos mostra a Cuba do ditador Fulgêncio Batista que, ao contrário do que se imagina, não era apenas a república "bananena" decantada por Fidel, mas, sim, uma nação catalogada entre as cinco potências do continente.&lt;br /&gt;(De fato, em que pesem os tentáculos da violência política e da corrupção praticadas durante o governo do ex-sargento telegrafista, Cuba apresentava um padrão de vida qualificado, nele incluídos elevados índices de educação e saúde, longe de se definir apenas como o "prostíbulo da América" vulgarizado por Castro - ou pelo menos não tanto quanto a imagem projetada hoje pela ilha caribenha, transformada num "paraíso sexual" para o regozijo da ávida burguesia peninsular ibérica.&lt;br /&gt;No histórico, passados os primeiros dias de entusiasmo com a vitória de "la revolución", logo o povo cubano se deu conta das mentiras de Fidel. Fuzilamentos em massa, desapropriações de terras e de empresas nacionais e estrangeiras, perseguições, prisões, falta de liberdade e de democracia são, nesta fase, os ingredientes mais corriqueiros a nutrir o revolucionário cardápio do novo ditador.&lt;br /&gt;O povo, neste caldeirão efervescente, representa muito pouco. Com o passar dos tempos, sucessivas crises se instalam no seio da revolução e o "paraíso" caribenho se transforma num autêntico inferno. Os alimentos são racionados e repassados em cotas à população. Pela total incompetência dos seus dirigentes, fracassam os projetados aumentos de produção nas safras de açúcar e café. E a solução encontrada por Fidel para sair do atoleiro não poderia ser pior: transformar Cuba, localizada no quintal dos Estados Unidos, num satélite de Moscou.&lt;br /&gt;Mas se o povo não tem direito a nada, os integrantes da nova classe dirigente têm todos os direitos. Como informa um dos irados depoentes do filme, "Eles (os dirigentes) navegam em limousines, bebem exaustivamente, se apropriam dos melhores palacetes, viajam, se hospedam nos bons hotéis e freqüentam os melhores restaurantes" - reproduzindo, em tudo, o esquema da famigerada nomenklatura soviética, que curtia a vida na base do vinho e da lagosta.&lt;br /&gt;Vinte anos após a revolução redentora de Fidel, para fugir das filas, fome, prisões e trabalhos forçados, cerca de meio milhão de cubanos procuraram a todo custo sair do paraíso caribenho transformado em inferno. Destino: Miami, Florida, o antigo feudo dos Irmãos Moreno. Objetivo: começar vida nova.&lt;br /&gt;Em menos de uma década já não se fala mais na Miami das praias e dos cassinos, mas, sim, na Miami dos cubanos, a "Little Havana" ocupada por advogados, comerciantes, artistas, operários, políticos e camponeses. No novo mundo livre, eles, os exilados de Fidel, se transformaram em presidentes de empresas, gerentes de companhias aéreas, laureados fotógrafos de Hollywood, prósperos homens de negócios, diligentes industriais. Enriquecidos pelo trabalho com dignidade, carregam nas costas a "velha Cuba", a ilha revolucionária e miserável, onde sobrevivem, às duas penas, sob o tacão dos irmãos Castro, os velhos e inesquecíveis parentes, familiares e amigos.&lt;br /&gt;Em suma: no momento em que o Foro de São Paulo, a vertente da criminosa OLAS, de Fidel, trama o nosso futuro em encontros internacionais furtivos, com o objetivo de nos transformar em sub-homens, é mais do que oportuno se tomar conhecimento, pelo milagre da Internet, de filmes do porte de "A Otra Cuba". Ele funciona, no mínimo, como um necessário e vigoroso grito de alerta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-4160368231823569005?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/4160368231823569005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=4160368231823569005' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4160368231823569005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4160368231823569005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/09/la-otra-cuba.html' title='La otra Cuba'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TIjT9Si9EgI/AAAAAAAAAgo/eEgxnMbiOM4/s72-c/anewp564.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-1028489662091937587</id><published>2010-08-24T08:07:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T08:12:11.545-07:00</updated><title type='text'>La otra Cuba</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" 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/&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IE6AldmPP7Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IE6AldmPP7Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WJ4Bop49cBs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WJ4Bop49cBs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=1028489662091937587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1028489662091937587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1028489662091937587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/08/blog-post.html' title='La otra Cuba'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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102);font-size:100%;" &gt;Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" A outra razão pela qual &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial.&lt;/span&gt; O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. &lt;/span&gt;Aprenderam a usar a "lingua verde" de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que com ecologia ou ciência".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-8323878986623681105?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/8323878986623681105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=8323878986623681105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8323878986623681105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8323878986623681105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/08/extremismo-ambiental-e-o-neo-marxismo.html' title='Extremismo ambiental e o neo-marxismo'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TGPtkeUa4aI/AAAAAAAAAgY/QqnRhzzPRKk/s72-c/Patrick+Moore.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-8376961632059381823</id><published>2010-07-15T06:41:00.000-07:00</published><updated>2010-07-15T07:18:22.880-07:00</updated><title type='text'>Falam os infames</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8Qpn5EoXI/AAAAAAAAAf4/NbCGUQtZoQ8/s1600/Liquidado-Che.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 227px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8Qpn5EoXI/AAAAAAAAAf4/NbCGUQtZoQ8/s320/Liquidado-Che.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494128377684337010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;	&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt; 	&lt;title&gt;&lt;/title&gt; 	&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Linux)"&gt; 	&lt;meta name="CREATED" content="20100715;10382900"&gt; 	&lt;meta name="CHANGED" content="16010101;0"&gt; 	&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; &lt;/style&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;“O ódio como fato de luta; o ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona para além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados tem que ser assim; um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal. Há que levar a guerra até onde o inimigo a leve: a sua casa, a seus lugares de diversão, fazê-la total. Há que impedir-lhe de ter um minuto de sossego fora de seus quartéis, e ainda dentro dos mesmos: atacá-lo aonde quer que se encontre; fazê-lo sentir uma fera acossada em cada lugar que transite. Então sua moral irá decaindo”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;strong&gt;Ernesto “Che” Guevara&lt;/strong&gt;, terrorista comunista nascido na Argentina, utopista e “modelo publicitário”. Mensagem à Tricontinental.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   	&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt; 	&lt;title&gt;&lt;/title&gt; 	&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Linux)"&gt; 	&lt;meta name="CREATED" content="20100715;10382900"&gt; 	&lt;meta name="CHANGED" content="16010101;0"&gt; 	&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8TmFkHFkI/AAAAAAAAAgA/UsNHmfc3Iws/s1600/9cd10760-c163-3de9-998e-3b1ec6f82747.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 221px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8TmFkHFkI/AAAAAAAAAgA/UsNHmfc3Iws/s320/9cd10760-c163-3de9-998e-3b1ec6f82747.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494131615464887874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;“Desejamos também render tributo à república popular de Cuba e ao camarada Fidel Castro. Cuba é, por seu tamanho, um país pequeno. Não é tão rico como o são os velhos países industriais do mundo, mas há algo pelo qual esse país se coloca muito acima da maioria dos países do mundo: é seu amor aos direitos humanos e pela liberdade”.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 102);" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;Nelson Mandela&lt;/strong&gt;, presidente de África do Sul e magnata dereito-humanista mediático.  Em:   “Intensifiquemos la lucha”, Ed. Letra Buena, 1991.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8YGD-8lyI/AAAAAAAAAgI/2vlMvktqINs/s1600/ernesto-cardenal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 237px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8YGD-8lyI/AAAAAAAAAgI/2vlMvktqINs/s320/ernesto-cardenal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494136562842900258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;“Pode ocorrer o caso de que a revolução tenha que ser violenta... esta violência é perfeitamente justificada... Estamos submetidos a um sistema no qual não podemos ser bons... Somente com a abolição deste sistema é que podem se realizar os bons instintos do homem”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 102); text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ernesto Cardenal&lt;/strong&gt;, padre apóstata marxista, ministro do governo sandinista nicaragüense. “Primer Encuentro de Cristianos por el Socialismo”, Santiago do Chile, abril de 1972.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-8376961632059381823?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/8376961632059381823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=8376961632059381823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8376961632059381823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8376961632059381823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/07/falam-os-infames.html' title='Falam os infames'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD8Qpn5EoXI/AAAAAAAAAf4/NbCGUQtZoQ8/s72-c/Liquidado-Che.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-4910014748880699724</id><published>2010-07-14T13:04:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T13:08:43.656-07:00</updated><title type='text'>Uma perfeita definição de Lula</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD4Y_V2b_oI/AAAAAAAAAfw/iLxyi_QatL8/s1600/blogue-lula-lula.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 288px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD4Y_V2b_oI/AAAAAAAAAfw/iLxyi_QatL8/s320/blogue-lula-lula.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493856071914880642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Esse homem [LULA] é de uma penosa fragilidade intelectual. Continua sendo um sindicalista, preso à superstição da luta de classes. Não entende nenhum assunto complexo, carece de capacidade de fixar atenção, tem lacunas culturais terríveis e por isso aceita a análise dos marxistas radicais que lhe explicam a realidade, como um combate entre bons e maus”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carlos Alberto Montaner&lt;/span&gt;, escritor cubano, reproduzindo a definição sobre LULA, que ouviu de um seu par latino-americano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-4910014748880699724?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/4910014748880699724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=4910014748880699724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4910014748880699724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4910014748880699724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/07/uma-perfeita-definicao-de-lula.html' title='Uma perfeita definição de Lula'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TD4Y_V2b_oI/AAAAAAAAAfw/iLxyi_QatL8/s72-c/blogue-lula-lula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-3811103414120789723</id><published>2010-06-15T15:18:00.000-07:00</published><updated>2010-07-15T07:19:57.818-07:00</updated><title type='text'>O ex-covarde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TBf8-Dgj9GI/AAAAAAAAAfo/hTULE7Y9lfI/s1600/nelson1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 222px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TBf8-Dgj9GI/AAAAAAAAAfo/hTULE7Y9lfI/s320/nelson1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483129214370837602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                                                      &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;" &gt;Nélson Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entro na redação e o Marcelo Soares de Moura me chama. Começa: - "Escuta aqui, Nélson. Explica esse mistério." Como havia um mistério, sentei-me. Ele começa: - "Você, que não escrevia sobre política, por que é que agora só escreve sobre política?" Puxo um cigarro, sem pressa de responder. Insiste: - "Nas suas peças não há uma palavra sobre política. Nos seus romances, nos seus contos, nas suas crônicas, não há uma palavra sobre política. E, de repente, você começa suas "confissões". É um violino de uma corda só. Seu assunto é só política. Explica: - Por quê?"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Antes de falar, procuro cinzeiro. Não tem. Marcelo foi apanhar um duas mesas adiante. Agradeço. Calco a brasa do cigarro no fundo do cinzeiro. Digo: - "É uma longa história." O interessante é que outro amigo, o Francisco Pedro do Couto, e um outro, Permínio Ásfora, me fizeram a mesma pergunta. E, agora, o Marcelo me fustigava: - "Por quê?" Quero saber: - "Você tem tempo ou está com pressa?" Fiz tanto suspense que a curiosidade do Marcelo já estava insuportável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Começo assim a "longa história": - "Eu sou um ex-covarde." O Marcelo ouvia só e eu não parei mais de falar. Disse-lhe que, hoje, é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a tv. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Marcelo interrompe: - "Somos todos abjetos?" Acendo outro cigarro: - "Nem todos, claro." Expliquei-lhe o óbvio, isto é, que sempre há uma meia dúzia que se salve e só Deus sabe como. "Todas as pressões trabalham para o nosso aviltamento pessoal e coletivo." E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. Diria Marcelo que estou fazendo uma caricatura até grosseira. Nem tanto, nem tanto. Mas o medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Fomos nós que fabricamos a "Razão da Idade". Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sim, os pais têm medo dos filhos, os mestres dos alunos. o medo é tão criminoso que, outro dia, seis ou sete universitários curraram uma colega. A menina saiu de lá de maca, quase de rabecão. No hospital, sofreu um tratamento que foi quase outro estupro. Sobreviveu por milagre. E ninguém disse nada. Nem reitores, nem professores, nem jornalistas, nem sacerdotes, ninguém exalou um modestíssimo pio. Caiu sobre o jovem estupro todo o silêncio da nossa pusilanimidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas preciso pluralizar. Não há um medo só. São vários medos, alguns pueris, idiotas. O medo de ser reacionário ou de parecer reacionário. Por medo das esquerdas, grã-finas e milionários fazem poses socialistas. Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário. É o medo que faz o Dr. Alceu renegar os dois mil anos da Igreja e pôr nas nuvens a "Grande Revolução" russa. Cuba é uma Paquetá. Pois essa Paquetá dá ordens a milhares de jovens brasileiros. E, de repente, somos ocupados por vietcongs, cubanos, chineses. Ninguém acusa os jovens e ninguém os julga, por medo. Ninguém quer fazer a "Revolução Brasileira". Não se trata de Brasil. Numa das passeatas, propunha-se que se fizesse do Brasil o Vietnã. Por que não fazer do Brasil o próprio Brasil? Ah, o Brasil não é uma pátria, não é uma nação, não é um povo, mas uma paisagem. Há também os que o negam até como valor plástico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu falava e o Marcelo não dizia nada. Súbito, ele interrompe: - "E você? Por que, de repente, você mergulhou na política?" Eu já fumara, nesse meio-tempo, quatro cigarros. Apanhei mais um: - "Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc, etc. Na guerra, ouvi um comunista dizer, antes da invasão da Rússia: - "Hitler é muito mais revolucionário do que a Inglaterra." E eu, por covardia, não disse nada. Sempre achei que a história da "Grande Revolução", que o Dr. Alceu chama de "o maior acontecimento do século XX", sempre achei que essa história era um gigantesco mural de sangue e excremento. Em vida de Stalin, jamais ousei um suspiro contra ele. Por medo, aceitei o pacto germano-soviético. Eu sabia que a Rússia era a antipessoa, o anti-homem. Achava que o Capitalismo, com todos os seus crimes, ainda é melhor do que o Socialismo e sublinho: - do que a experiência concreta do Socialismo, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Primeiro, foi em 1929, no dia seguinte ao Natal. Às duas horas da tarde, ou menos um pouco, vi meu irmão Roberto ser assassinado. Era um pintor de gênio, espécie de Rimbaud plástico, e de uma qualidade humana sem igual. Morreu errado ou, por outra, morreu porque era "filho de Mário Rodrigues". E, no velório, sempre que alguém vinha abraçar meu pai, meu pai soluçava: - "Essa bala era para mim." Um mês depois, meu pai morria de pura paixão. Mais alguns anos e meu irmão Joffre morre. Éramos unidos como dois gêmeos. Durante 15 dias, no Sanatório de Correias, ouvi a sua dispnéia. E minha irmã Dorinha. Sua agonia foi leve como a euforia de um anjo. E, depois, foi meu irmão Mário Filho. Eu dizia sempre: - "Ninguém no Brasil escreve como meu irmão Mário." Teve um enfarte fulminante. Bem sei que, hoje, o morto começa a ser esquecido no velório. Por desgraça minha, não sou assim. E, por fim, houve o desabamento de Laranjeiras. Morreu meu irmão Paulinho e, com ele, sua esposa Maria Natália, seus dois filhos, Ana Maria e Paulo Roberto, a sua sogra, D. Marina. Todos morreram, todos, até o último vestígio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Falei do meu pai, dos meus irmãos e vou falar também de mim. Aos 51 anos, tive uma filhinha que, por vontade materna, chama-se Daniela. Nasceu linda. Dois meses depois, a avó teve uma intuição. Chamou o Dr. Sílvio Abreu Fialho. Este veio, fez todos os exames. Depois, desceu comigo. Conversamos na calçada do meu edifício. Ele foi muito delicado, teve muito tato. Mas disse tudo. Minha filha era cega. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Eis o que eu queria explicar a Marcelo: - depois de tudo que contei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: - "Sou um ex-covarde." É maravilhoso dizer tudo. Para mim, é de um ridículo abjeto ter medo das Esquerdas, ou do Poder Jovem, ou do Poder Velho ou de Mao Tsé-tung, ou de Guevara. Não trapaceio comigo, nem com os outros. Para ter coragem, precisei sofrer muito. Mas a tenho. E se há rapazes que, nas passeatas, carregam cartazes com a palavra "Muerte", já traindo a própria língua; e se outros seguem as instruções de Cuba; e se outros mais querem odiar, matar ou morrer em espanhol - posso chamá-los, sem nenhum medo, de "jovens canalhas".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;RODRIGUES, Nélson. In &lt;/span&gt;&lt;em style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;A cabra vadia (novas confissões)&lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;, Livraria Eldorado Editora S.A., Rio de Janeiro, s/data, págs. 7-10.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-3811103414120789723?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/3811103414120789723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=3811103414120789723' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3811103414120789723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3811103414120789723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/06/o-ex-covarde.html' title='O ex-covarde'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TBf8-Dgj9GI/AAAAAAAAAfo/hTULE7Y9lfI/s72-c/nelson1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-9146421786089480610</id><published>2010-06-01T06:51:00.001-07:00</published><updated>2010-06-01T06:53:54.876-07:00</updated><title type='text'>SOLZHENITSYN, o exemplo, o homem, a obra.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TAUQgipt08I/AAAAAAAAAfg/XxRovssZ5_U/s1600/Solzhenitsyn-533.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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Acusado, perseguido, ameaçado em sua própria Pátria, da qual revelou crimes do Poder que ali se erigiu soberano há mais de cinqüenta anos, ele aguarda, com a tranqüilidade do dever cumprido, que se cumpram os tempos em que a voz da Verdade, ainda que abafada, possa ecoar em muitos corações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eis suas palavras reveladoras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Quem fala de crimes cometidos (como ele o fez) não se opõe à paz e às boas relações entre as pessoas e as nações, mais sim quem praticou os crimes”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Afirmou estar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“preparado para tudo”&lt;/span&gt;, tanto ele quanto a sua família, depois das acusações assacadas contra ele na imprensa soviética, após a publicação de seu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Arquipélago Gulag”, &lt;/span&gt;no qual denuncia os sofrimentos dos prisioneiros nos campos de trabalhos forçados da URSS, e os métodos da KGB – policia secreta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O romancista, Prêmio NOBEL de literatura, está com a sua consciência em paz. Como escritor, testemunha de seu tempo não podia ficar impassível. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Paguei minha divida para com os mortos. Estas verdades estavam condenadas à morte. Eram pisoteadas, sufocadas, queimadas até serem convertidas em cinzas. Porém, vejam vocês: sobreviveram, estão vivas, foram impressas e ninguém jamais poderá fazê-lo desaparecer”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E acrescenta: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Durante décadas, tanto foi que se ocultou que sua revelação sacudirá todos os que não tinham conhecimento dos fatos, lhes educará o coração e lhes dará luz e força para o futuro”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Alexander Solzhenitsyn dá, com estas palavras, o testemunho da posição que o escritor, consciente de seu papel no mundo, deve assumir diante da sociedade. Não apenas da sociedade restrita, que o obriga e o circunscreve, que o limita e condiciona, mas daquela sociedade mais vasta, informada pelos princípios eternos do respeito à personalidade, que é o conjunto de todos os homens livres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ele é o observador atento dos acontecimentos de sua época. Corajosa testemunha da História, que depõe para o futuro com o destemor dos crentes. Aliás, há em suas palavras o cunho místico que marca a alma do povo russo, profundamente religioso, povo messiânico apesar de todas as pressões e compreensões políticas. Ele acredita, como Cristo, que&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “a Verdade vos libertará”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por isso é que diz, em declaração que assinou, recentemente, para os jornalistas ocidentais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;“A confiança de todo o mundo em nosso país só poderá aumentar se reconhecermos que nosso passado está saturado de terror e o condenarmos com a energia necessária, e não somente com palavras vazias”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Torrieri Guimarães &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;– Jornalista, escritor, crítico literário. Prólogo do livro&lt;/span&gt; Uma palavra de verdade...&lt;span style="font-style: italic;"&gt;de&lt;/span&gt; Alexander Solzhenitsyn, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;1972, Hemus – livraria editora ltda.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-9146421786089480610?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/9146421786089480610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=9146421786089480610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/9146421786089480610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/9146421786089480610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/06/solzhenitsyn-o-exemplo-o-homem-obra.html' title='SOLZHENITSYN, o exemplo, o homem, a obra.'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TAUQgipt08I/AAAAAAAAAfg/XxRovssZ5_U/s72-c/Solzhenitsyn-533.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-2177234060121131648</id><published>2010-06-01T06:48:00.000-07:00</published><updated>2010-06-01T06:51:24.254-07:00</updated><title type='text'>Relendo Dostoievski</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TAUPrO63-CI/AAAAAAAAAfY/F_GqDPCOY-c/s1600/dostoievski-e-crime-e-castigo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;Por: Gustavo Corção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Passei meus dias de carnaval relendo pela quarta ou quinta vez Crime e Castigo e terminei a leitura aturdido e maravilhado, como se pela primeira vez tivesse percorrido o mundo noturno e transluminoso em que a miséria humana tem uma estranha fosforescência. Como se... Não! Efetivamente li-o pela primeira vez. Um livro, ou pode ser lido dez vezes pela primeira vez ou não pode, não deve, e não vale a pena ser lido. Não ouso entrar no mérito com ares de quem quer explicar e interpretar uma obra de tal quilate. Mas não consigo deixar de transmitir algumas idéias sobre o livro, antes de publicar outras idéias que indiretamente me vieram da mesma leitura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Há em Crime e Castigo, como não me lembro de ter visto em nenhum outro romance, uma prodigiosa densidade de bondade humana, sim, de uma bondade potencializada pelo sofrimento, torturada pelos entrechoques e atritos, perseguida por quase visíveis demônios, mas ainda assim resistente às máximas dilacerações. Estranho mundo em que as categorias morais parecem viradas pelo avesso, e onde se vê santidade nas mais desclassificadas criaturas! Em todo o livro um só personagem nos dá até fim, quase até o fim, uma terrível impressão de alma perdida, não pelo fato de ter assassinado a velha, mas pela insistência com que se atribui o titulo de único juiz de seus atos. Raskolnikov é o “intelectual”, como Ivan Karamazov, e é só na última página, num epílogo que nenhum escritor moderno teria coragem de escrever com receio do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;happy end,&lt;/span&gt; que Jesus crucificado, servindo-se do amor puríssimo de Sônia, a ex-prostituta, expulsa o demônio e devolve Rodion Romanovitch Raskolnikov à comunhão dos homens que neste mundo de mil maneiras imitam a agonia do Salvador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O mundo hoje está cheio de “intelectuais” que não matam a velha usurária diretamente com um machado na cabeça por falta de grandeza: coletivizados, tornados multidão, cada um deles é um liliputiano que seria pouco temível se não fora o volume e o peso da massa. E o que essa massa espessa quer abafar, quer matar no mundo é a última confiança na bondade fundamental de que são portadores os homens mais miseráveis. Sim, o que cada um dos microscópios “intelectuais” quer produzir é um mundo cinzento, desoladamente imunizado dos choques, dos esbarros trágicos capazes de revelar as divinas centelhas escondidas na dureza da pedra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A leitura de Crime e Castigo me trouxe a convicção melancólica de estarmos vivendo uma depressão histórica. O mundo inteiro está passando por um processo de laminação, de mediocrização, de perseguição de um conforto elementar e não creio ser possível em algum lugar deste mundo de hoje alguém escrever um livro como este e outros de Fiodor Dostoievski. Quem sabe se não seria melhor, mais higiênico, mais decente, calarmo-nos todos durante um milênio? Há livros demais. Creio que mil anos seria pouco para que toda humanidade alfabetizada relesse devagar, quatro ou cinco vezes, os livros merecedores de tal atenção. Por que essa sofreguidão de atos sucessivos, de leituras sucessivas? Por que essa correria? Por que não se recupera a humanidade a cadencia que lhe é própria? As editoras se multiplicam, os autores se improvisam, o crepitar, da maquina de escrever substituiu o compassado curso da pena no papel. E o resultado dessa atividade febril é a produção de dez mil livros, cem mil livros que não fariam falta nenhuma ao céu, à terra, às almas dos homens, se acaso não fossem escritos. Há em tudo isto uma estranha contradição: de um lado, a produção gigantesca, a montanha de livros que pediria vidas largamente acampadas no presente; de outro lado, a correria. Se queremos correr por que nos sobrecarregamos de tamanho bagaço?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu tenho um antigo e enraizado amor por livros. O que acabei de reler está deitado na mesa com sua lambada marrom e letras douradas. É um livro-livro, um livro que a humanidade levou milhões de anos a fazer. E o que está dentro dele é também uma seqüência de sinais que a humanidade, entre muitos ensaios e malogros, levou milhões de anos a conseguir. E ali está &lt;span style="font-style: italic;"&gt;um livro, um libro, a book&lt;/span&gt;. Em russo não sei como se diz. E quando digo l&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ivro, libro, book&lt;/span&gt; estou pensando numa jóia mais rara e mais maravilhosa do qu a viagem à Lua. De tudo o que o homem tem feito na Terra, para dar contas d si e dizer ao que veio, creio que o livro é o ponto alto. E por isso mesmo se deduz que a maior degradação cultural do homem se mede em côvados de facilidades editoriais, e em quilômetros cúbicos de papel impresso com coisa nenhuma. Todas as grandes religiões têm na base de seu culto um livro. A nossa religião tem a originalidade de possuir um livro escrito com caracteres humanos, por mãos humanas, mas soprado por Deus. Ele mesmo o ditou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Estou aqui recordando uma novela do mesmo Fiodor Dostoievski que li há cerca de mil anos. De memória dou o esboço do primeiro capitulo: num vilarejo do interior da Rússia um velho violinista vivia com sua filha ou neta Sonetchka. Um dia chega-lhe a notifica da passagem de um violinista de fama mundial pela cidade mais próxima. O velho siberiano prepara o trenó, agasalha-se, despede-se da neta e parte de manhã. Chega à noite, muito tarde. Vem curvado, abatido. Abre a caixa de seu violino, tira-o, tenta tocar... Recoloca- na caixa cuidadosamente, sobe ao sótão, traz uma corda, amarra uma ponta na soleira da porta, dá um laço no pescoço e sobe na cadeira. De manhã Sonetchka acorda aos gritos quando vê o avô pendurado e com a língua para fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em termos menos trágicos, Chesterton disse que todos os homens devem fazer por si mesmos certas coisas tais como assoar o próprio nariz, educar os filhos, votar etc., ainda que as façam malfeitas; mas poucos homens devem escrever livros, pintar quadros, modelar esculturas, porque essas coisas só devem ser feitas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;se esses poucos são capazes de fazê-las sem desonra do planeta que talvez seja o único habitado por seres capazes de tais obras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt;O leitor inamistoso estará perguntando se eu também não senti vontade de me enforcar quando acabei de reler Crime e Castigo. Se lhe agrada saber, malvado leitor, confesso que tive grande vontade de enforcar o pobre e inútil livro em cima do qual ingloriamente me mato.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-2177234060121131648?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/2177234060121131648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=2177234060121131648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2177234060121131648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2177234060121131648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/06/relendo-dostoievski.html' title='Relendo Dostoievski'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/TAUPrO63-CI/AAAAAAAAAfY/F_GqDPCOY-c/s72-c/dostoievski-e-crime-e-castigo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-4637286471951606524</id><published>2010-05-25T09:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T09:42:21.324-07:00</updated><title type='text'>O espírito de Dostoievski</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_v9E4NoxuI/AAAAAAAAAe8/GZhmFZ9KgNw/s1600/dostoievski.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 190px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_v9E4NoxuI/AAAAAAAAAe8/GZhmFZ9KgNw/s320/dostoievski.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475248032249857762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Nicolas Berdiaeff ficou celebre, depois da guerra, com a publicação de seu livro em que fez o libelo da civilização moderna e a apologia da civilização medieva, aconselhando que nos orientemos para uma Nova “Idade Média”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;“Há nesse livro – diz Pierre Lassere – toda uma filosofia da história, apocalíptica e realista a um tempo, que se aproxima das concepções da escola neotomista e faz pensar mais ainda em Joseph de Maistre, a quem o autor se refere”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Ele confessa em nova obra, O Espírito de Dostoievski, muito falada e elogiada agora, que este representou em sua vida &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;“um papel decisivo”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; Berdiaeff, ainda adolescente, transportava-se, exaltava-se com a leitura dos romances de seu grande compatriota como não lhe acontecia em relação a outro escritor ou filosofo qualquer.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Ninguém estava em melhores condições, conseqüentemente, para &lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;penetrá-lo por um modo intuitivo, para incorporar-se ao extraordinário mestre, vivendo-o com a alma de um crente”,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt; &lt;/span&gt;como lhe parece indispensável para penetrar no intimo deste como de outro grande escritor qualquer.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Enquanto entrou em declínio o interesse por Tolstoi, agora depois da guerra, Dostoievski empolga os espíritos atuais, de que parece contemporâneo. É que ele foi o verdadeiro profeta da revolução russa e no seu trágico dinamismo o precursor – agora se vê – deste sentimento catastrófico que vai hoje latente ou patente empolgando todas as almas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Ninguém como Berdiaeff neste seu livro já pusera em relevo esse modo de ser próprio realmente ao criador gigantesco d’Os Irmãos Karamazov. Assim explica-se o grande sucesso da obra.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Dostoievski - pensa ele – &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;“não foi apenas um grande artista, foi um grande pensador e um grande visionário”&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;.&lt;/span&gt; Fez uma série de descobertas sobre a natureza humana.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Esta, segundo sua visão, é extrema, antinômica e irracional.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Há no homem uma atração irresistível para a irracionalidade, para a liberdade sem freio, para o sofrimento. Porque este é a única fonte do conhecimento. Ele não se acomoda com uma organização racional da vida. Põe a liberdade mais alto que a felicidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Mas esta liberdade não é a primazia da razão sobre o elemento psíquico. Não. É uma liberdade irracional no mais alto ponto, que arrasta o homem além dos limites a ele proscritos. Esta liberdade o tortura, o leva à ruína, o que mostra que ela destrói pelo arbitrário, que o homem se aniquila na revolta. Não obsta que ele acaricie tal tortura, tal ruína.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Diz Berdiaeff que essa dialética sobre o homem e seu destino, aberta em O Espírito Subterrâneo, se desenvolve através de todos os romances posteriores de Dostoievski e acha sua conclusão na Lenda do Grande Inquisidor, aí resolvendo-se pela imagem do Cristo. O caminho da liberdade há de conduzir ou à deificação do homem ou à descoberta de Deus. No primeiro caso o homem acha seu término e sua perda; no outro, sua salvação e a confirmação definitiva de sua imagem terrestre. Porque o homem só existe se é a imagem e semelhança de Deus. Se Deus não existe e este homem se faz deus a si mesmo, sua própria imagem perecerá.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;“Eu não me espantaria – diz o herói d’Espírito Subterrâneo – se de repente, sem ninguém esperar, no meio de toda esta futura Razão universal, surgisse algum cavalheiro de fisionomia vulgar ou, por melhor dizer, um retrogrado e zombeteiro, que, com as mãos nas ancas, dissesse: como, senhores, não vamos então, reduzir de uma vez, com o pé, toda esta razão em cinzas, tendo por fim único mandar aos diabos os logaritmos e viver segundo a nossa absurda vontade? Isto não seria nada ainda, mas o mais vexatório é que Ele acharia logo adeptos: o homem é feito assim. Ele não é um termo aritmético é um ser problemático e misterioso”&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Isto que aqui transcrevo dará uma idéia muito pálida apenas do modo de ver que tem Berdiaeff sobre o grande autor que o alimentou espiritualmente desde a sua adolescência.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Mas não bastarão estas poucas linhas para mostrar que o extraordinário romancista, comparado por ele a Dante, a Shakespeare, de fato quase como que assistiu, por visão antecipada, aos trágicos sucessos que ainda transcorrem em sua pátria?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Não se vê, ao demais, por aí que ele foi essencialmente um russo e como tal um profundo conhecedor da alma de seu povo, contraditória e extremada como nenhuma outra civilização moderna conhece?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;[O Estado de São Paulo, 11-7-1930]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-4637286471951606524?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/4637286471951606524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=4637286471951606524' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4637286471951606524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4637286471951606524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/05/o-espirito-de-dostoievski.html' title='O espírito de Dostoievski'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_v9E4NoxuI/AAAAAAAAAe8/GZhmFZ9KgNw/s72-c/dostoievski.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-6130890480440420443</id><published>2010-05-20T07:21:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T09:47:22.985-07:00</updated><title type='text'>Uma crítica do comunismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_VGydyj3lI/AAAAAAAAAd8/SoSB_pBFXvY/s1600/comunismo-morte2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 234px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_VGydyj3lI/AAAAAAAAAd8/SoSB_pBFXvY/s200/comunismo-morte2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473358754942803538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;A obra de Nicolai Berdiaeff &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O Marxismo e a Religião"&lt;/span&gt;, além de constituir uma análise indiscutivelmente séria e penetrante das ideéas filosóficas do autor de "O Capital", possui, devido a uma linguagem clara e a esplêndidas virtudes de síntese, a qualidade de não ser apenas acessível a uma escassa minoria de técnicos e, em conseqüência, a vantagem importante de poder influir no espírito do grande público.  Quer dizer: além dum valor teórico, tem um valor ideológico, além de pensamento vivo, capaz de (ao contrário do que acontece com as grandes obras especulativas) por si só agir, diretamente, na exarcebada luta de místicas que hoje se trava.  A inclusão deste trabalho na série «Pensamento e Doutrina» da coleção Mensagem - colecção que a todos os títulos se anuncia esplêndida - significa, pois, nitidamente, por parte dos seus diretores, José Charters e José Pina Martins (Duarte de Montalegre), a vontade de contribuir para uma solução no sentido europeu, contra-revolucionário e cristão, da imensa crise em que o Mundo se debate e a que Portugal não é alheio. Exemplo notável de fidelidade patriótica nesta hora de deserções, de cumplicidades com o inimigo, de desânimos e de traições. Karl Marx apresenta-se, muitas vezes, como discípulo de Hegel. Simplesmente, onde este coloca a Idéia Absoluta como essência do universo, o primeiro coloca a matéria, o ser natural. Matéria, ser natural, não concebidos, porém, à maneira grega, medieval ou iluminística, duma forma estática, imóvel, invariável mas considerados como um devir, como a própria atividade do homem ao visar satisfazer as suas necessidades vitais, ou seja como a própria atividade econômica. Esse devir, esse agir físico dos indivíduos eis a realidade. E, como conseqüência, eis a dialética. Dado que tudo é movimento, é ato, cada coisa traz em si o gérmen da própria destruição, cada coisa, considerada momento dum imenso fluxo, ao mesmo tempo que se afirma - nega-se, cada coisa, pois tudo se agita e muda e tem de ser superado, ao mesmo tempo que é, está a negar a própria existência - ao mesmo tempo que é - não é.  E além da dialética eis, também, o materialismo histórico. A realidade é a atividade econômica. Logo, o espírito, a filosofia, a arte, a moral não passam de super-estruturas que se elevam sobre esta base, não passam de produtos dum determinado estádio das forças de produção.  E, finalmente, eis a Revolução. A análise da sociedade capitalista mostra os gérmens da sua morte. A exploração do operário através da mais-valia, e a diminuição do número de empresas, etc., estas antíteses fazem prever o momento da sua negação. A luta de classes, segundo a lei do desenrolar da História, é a fase preparatória da sociedade sem classes, que inexoravelmente há-de surgir.  Berdiaeff, evidentemente, não discutiu nem a mais-valia nem a lei da concentração, refutando-as e dando por finda a sua tarefa de crítico. Pelo contrário. Os debates científicos deixou-os aos especialistas. A sua atenção assentou antes sobre a concepção do Mundo que tão anti-burguês significado faz assumir a esses conceitos econômicos.  Em primeiro lugar, denunciou a impossibilidade de ligar o materialismo com a dialética.  Este, segundo Hegel - e é Hegel que Marx pretende adaptar - significa a essência, o modo de ser próprio da Idéia, do Espírito. Ora a Idéia, o Espírito, segundo o Comunismo não passam de super-estruturas de que a matéria é a base. Como atribuir-lhes porém um processo, um ritmo interno idêntico ao do Pensamento, senão confundindo-o com este?  Isto é: ou a matéria não tem dialética ou então tem de transformar-se naquilo que o filósofo do Idealismo alemão chamava espírito, ficando o Materialismo reduzido a um simples nome.  Um vício idêntico se deve apontar ao Marxismo no terreno filosófico-histórico. Se «toda a ideologia é o reflexo das relações econômicas» também o é a ideologia de Karl Marx, não podendo ter, em conseqüência, «a pretensão de verdade absoluta, pois se coloca ao nível de todas as outras doutrinas». Se lhe é possível conhecer «os mistérios da História e destinos humanos, então existe uma verdade absoluta e nem toda a ideologia é necessariamente uma super-estrutura da economia».  Por último, no que diz respeito à catástrofe final, ao desaparecer da sociedade burguesa, há a reconhecer uma demonstração flagrante da empirização da dialética. O devir eterno, eterno porque no Absoluto, tem aqui um final. A luta de classes é o motor da História, logo quando surgir a sociedade sem classes, a História cessa, pára, imobiliza-se. Conseqüência evidente do absurdo que significa a aplicação no tempo do que pertence ao universal.  Juntamente com a análise teórica, faz Berdiaeff a análise psicológica do Comunismo. Ele mostra como o seu pretenso caráter objetivo, científico, não passa dum disfarce dado a determinados sentimentos morais. Ele mostra que na crença da injustiça da exploração do homem pelo homem (espécie de pecado original proletário) residia a raiz do ódio de Marx a tudo quanto era autoridade religiosa e divina, a qual, segundo ele, não passava de simples instrumento de adormecimento das massas - o ópio do povo. Mostra igualmente a origem judaica, messiânica, da idéia do proletariado, da classe redentora, que há-de a todos salvar, transformação da fé básica do povo de Israel.  Ele mostra, assim, as duas grandes bases em que alicerça a propaganda bolchevista: o ressentimento por um lado, em relação ao presente, o utopismo por outro em relação ao futuro.  A estas bases junte-se a mentalidade derivada do Idealismo que faz o comunista tratar o relativo e o contingente à laia de Absoluto, de Incondicionado, e que imprime uma forte tonalidade religiosa ao movimento, e teremos a explicação do fanatismo, da energia, do espírito de sacrifício e de luta que animam os militantes do Partido. Fanatismo, energia, espírito de sacrifício e de luta postos ao serviço duma raiva incendida contra a Civilização e duma vontade ilimitada de tudo destruir para tudo edificar, que tornam a mística marxista um verdadeiro perigo para a nossa cultura de portugueses e ocidentais. Um prefácio, esplêndido, de Duarte de Montalegre, valoriza este volume.  Aí se faz com lucidez e com desassombro a análise da presente situação internacional. Perante o dilema Democracia ou Internacionalismo proletário, Duarte de Montalegre proclama o fictício dessas duas soluções e defende com energia a restauração integral de Valores, que o Cristianismo representa, mas o Cristianismo puro e ortodoxo, livre do «escalracho daninho da heresia» liberal, ou para-liberal, hoje defendido com o rótulo menos perigoso de Catolicismo progressivo.  Nesta «hora de confusões e de receios... em que se cruzam tantos caminhos e se cometem tantos atropelos» é consolador deparar com um defensor da Verdade, da Verdade pura, sem mutilações de compromisso e de conveniência, da Verdade integral. Duarte de Montalegre enfileira nessa escassa mas valorosa pleiade. Não lhe regateemos, por isso, os louvores. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;[António José de Brito: In «Mensagem» n.º 11, 22.03.1948]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-6130890480440420443?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/6130890480440420443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=6130890480440420443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/6130890480440420443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/6130890480440420443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/05/uma-critica-do-comunismo.html' title='Uma crítica do comunismo'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S_VGydyj3lI/AAAAAAAAAd8/SoSB_pBFXvY/s72-c/comunismo-morte2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-3899573145413547240</id><published>2010-02-23T06:10:00.000-08:00</published><updated>2010-02-23T13:13:54.358-08:00</updated><title type='text'>PT: partido dos tapeadores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;“Como Satanás, que é seu pai, o mundo é natural e forçosamente mentiroso. (...) Lhe é necessário viver de mentiras, de obscuridades, de equívocos: mentiras e equívocos de ação, mentiras e equívocos de palavra”.&lt;/em&gt; Cardeal Pie&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Todos os dias, antes do habitual cafezinho e do cigarro que necessariamente o acompanha, tornou-se quase que um costume de minha parte perder um pouco de dignidade na leitura de um jornaleco local de matiz notadamente esquerdista. Quando digo que se trata de perda de dignidade a leitura de jornais desse quilate, o digo do âmago de minha ira. É para chorar o espetáculo que apresenta o país, olhado espiritualmente. Serei mais claro! Recentemente (18-02-2010), no quarto congresso nacional do PT (Partido dos Tapeadores), o deputado Ricardo Berzoini, sem corar, com a cara mais deslavada do mundo, revelou o que de fato é o seu partido, o que de fato fez o Presidente Molusco e seus séquitos:&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;“conseguimos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt; &lt;strong&gt;gerar um sentimento&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;de superação e de aumento de auto-estima do povo brasileiro jamais visto em outras ocasiões”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#333300;"&gt;Ora, quem ainda tem o privilégio de não ter perdido a razão no lodaçal político-social, e, sobretudo moral em que estamos envoltos, sabe a diferença existente entre algo e o sentimento de algo; sabe a diferença entre estar seguro e ter o sentimento de estar seguro. Essa sempre foi a política da esquerda, e, mais propriamente do PT:&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;a política do engodo, a política da mentira.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#333300;"&gt;Assim o &lt;em&gt;“bolsa família” &lt;/em&gt;gera um sentimento de diminuição da pobreza; o &lt;em&gt;“bolsa escola”,&lt;/em&gt; o Enem e o Pró-Uni, geram um sentimento de diminuição do analfabetismo e de inclusão social dos menos favorecidos. No entanto, ao contrário do que aparenta o mero sentimento, a realidade das coisas demonstra que a pobreza persiste e que a ignorância, a burrice mesmo, é ainda mais evidente. Ainda somos uma grande potência mundial em matéria de asnice. Mas de que vale o real se é mais fácil e rentável para os donos do poder alimentar a “gente” honesta – porém míope – de irrealidade, de aparência, de simulacro vão do real? Definitivamente somos um país que consentiu que o nutram de mentira e a imprensa – em que pese os gritos estéreis e também aparentes – é o lugar privilegiado onde se manifesta esta precipitação e esta superficialidade que foram a doença mental do século XX. A pobre gente anda boquiaberta se alimentando de notícias inúteis que lhes ingurgita a imprensa paquidérmica para fazê-los abobados e irreflexivos. Dão-nos mentira e, por acréscimo, nos cobram por ela; a verdade está em um poço, e há que ir até ela, e assim resulta mais cara que a mentira; mas, infelizmente, é mais fácil ir ao que é mais barato. Assim, se confirma o presságio de &lt;em&gt;Leonardo Castellani&lt;/em&gt; o qual dizia que, caminhamos para uma vida artificial, uma vida discorde com a realidade, uma vida em que a irrealidade devora a própria vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 147px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441442741925557426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S4PjWAIZtLI/AAAAAAAAAdQ/y71Nhottpvk/s200/lula-o-mentiroso.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-3899573145413547240?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/3899573145413547240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=3899573145413547240' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3899573145413547240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3899573145413547240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/02/pt-partido-da-tapeacao.html' title='PT: partido dos tapeadores'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S4PjWAIZtLI/AAAAAAAAAdQ/y71Nhottpvk/s72-c/lula-o-mentiroso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-2652548975542819612</id><published>2010-02-11T07:38:00.000-08:00</published><updated>2010-02-13T07:20:17.269-08:00</updated><title type='text'>Revolução Legal: entre a coação e o consenso</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,102);font-family:times new roman;" &gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,102)"&gt;&lt;em&gt;“Se a esquerda dissesse a verdade não existiria”.&lt;/em&gt; (Carlos Semprún)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-family:times new roman;" &gt;A história contemporânea da manipulação do consenso começou com a invenção pela Revolução Francesa da “Nação Política frente o povo e a Nação Histórica”; do consenso que uma sociedade política impunha coativamente sobre a natureza, os interesses, os sentimentos e a vontade da imaginária. Nação Política sacralizada como pessoa moral, sujeito da soberania “popular” em lugar da soberania monárquica.&lt;br /&gt;Este é o lugar de origem do que &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Vacley Havel&lt;/span&gt; denomina &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;“uma cultura de mentiras”&lt;/span&gt;. Os principais instrumentos do consenso oligárquico são o medo, a propaganda – uma invenção napoleônica – e a delegação do poder atribuído ao povo mediante a ficção da representação.&lt;br /&gt;No final de 1970, conforme apontou o egrégio jurista alemão &lt;em&gt;Carl Schmitt&lt;/em&gt;, o velho e experimentado revolucionário profissional espanhol, &lt;em&gt;Santiago Carrillo,&lt;/em&gt; em seu livro Eurocomunismo e Estado, confessa sua convicção de que os métodos violentos da revolução ilegal de Lênin e Trotski de outubro de 1917 hoje em dia estão antiquados. Estavam em seu momento e em seu lugar quando se tratava do transito brusco de um país agrário à uma sociedade moderna, quer dizer, industrial. Como revolucionário comunista, estes métodos eram legítimos, mas não legais. Hoje, sem embargo, estão defasados, porque hoje se trata do &lt;em&gt;Poder Estatal&lt;/em&gt; em sociedades industrialmente desenvolvidas. Já não são um modelo adequado para uma &lt;em&gt;revolução comunista&lt;/em&gt;, e há que serem substituídos por modelos pacíficos, isto é, &lt;em&gt;Estatalmente Legais.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Carrilho&lt;/span&gt; soube, pois, aproveitar as experiências do fascismo de Mussolini e do nacional socialismo de Hitler. O Estado não está morto, senão mais vivo e necessário que nunca; porque o ESTADO É PORTADOR DA LEGALIDADE, que realiza este milagre de uma REVOLUÇÃO PACIFICA.&lt;br /&gt;A REVOLUÇÃO, por sua vez, LEGITIMA O ESTADO, como compensação do beneficio de uma REVOLUÇÃO ESTATALMENTE LEGAL.&lt;br /&gt;Assim que &lt;em&gt;Robert Gellately&lt;/em&gt; da o sub-título de seu livro sobre a Alemanha nazi de: &lt;em&gt;“entre a coação e o consenso”.&lt;/em&gt; A oligarquia socialdemocrata na Europa, e também no Brasil, aprendeu muito das experiências totalitárias e, portanto, é mais sutil: &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;em vez da coação física coage as consciências com o pacifismo e as condiciona mediante a propaganda, ainda que, respaldados pelo ressentimento, certa dose de coação moral e física seja necessária no que se refere, especificamente, aos inimigos da “democracia”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A força do socialismo sempre se deveu a propaganda mais que à suas presunções de cientificidade.&lt;br /&gt;Pode se aplicar sem reservas, ao socialismo, o que disse &lt;em&gt;Carlos Semprún&lt;/em&gt;: &lt;strong&gt;“Se a esquerda dissesse a verdade não existiria”.&lt;/strong&gt; Hoje, o socialismo é uma ideologia da primeira metade do século XIX, que, não obstante a queda do Muro de Berlim, deve ser analisado sob o prisma da dialética hegeliana que lhe inspira – &lt;em&gt;através de sua aplicação ao materialismo histórico&lt;/em&gt; –, que faz com que negue hoje o que afirmou ontem, assim como a aspirante à presidente&lt;strong&gt; Dilma Rousseff&lt;/strong&gt; se vale das várias cirugias plásticas para apagar, &lt;em&gt;não sua evidente feiúra - o que é impossível -,&lt;/em&gt; mas sim, seu passado sanguinário a serviço do comunismo internacional.&lt;br /&gt;Assim, a &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;"nova versão"&lt;/span&gt; do socialismo hodierno "modificou" (ao menos em tese) os meios - &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;pois o fim sempre é o mesmo&lt;/span&gt; - outrora utilizados para obtenção do poder, e agora pauta sua conduta nos malfadados e corrompidos direitos humanos e em nome da &lt;em&gt;“democracia”,&lt;/em&gt; palavra tão prostituída como as meretrizes que o &lt;strong&gt;Plano Nacional dos Direitos Humanos&lt;/strong&gt; almeja tornar profissionais, com carteira de trabalho e tudo; esse Socialismo hodierno, dizíamos, trasnformou-se em &lt;em&gt;religião da política&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; uma forma de gnose&lt;/em&gt;, que só se sustenta como superstição; socialismo que evoluiu teologicamente – como salienta &lt;em&gt;Dalmacio Negro&lt;/em&gt; – para uma mescla de &lt;em&gt;liberalismo progressista&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;esquerdismo niilista &lt;/em&gt;e, para o &lt;em&gt;laicismo radical, religião do niilismo, religião estatal, religião substitutiva.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Para preencher o vazio de sua periclitada ideologia mecanicista pseudo-científica, esse tipo de socialismo se fez porta-voz da contracultura anarquizante e das bio-ideologias – &lt;em&gt;da saúde, da feminista, da ecologista etc.&lt;/em&gt; -.&lt;br /&gt;Naturalmente, contribuem para sua sobrevivência enquanto superstição os interesses criados, o domínio que têm da cultura e a colaboração de seus “rivais” políticos, atraídos por suas práticas: a política socializante cria muitos cargos e empregos – &lt;em&gt;comissão disso, comissão daquilo, uma patifaria generalizada, para não dizer um palavrão&lt;/em&gt; –, proporciona beneficio e subvenções – &lt;em&gt;alguém tem idéia dos valores exatos que o governo e instituições estrangeiras têm investido no MST, ONGs de homossexuais, abortistas, indigenistas, quilombolas etc., etc.?&lt;/em&gt; -; facilita múltiplos negócios mais ou menos legais. Tudo isso a cargo do – &lt;em&gt;honesto, porém muitas vezes míope&lt;/em&gt; – contribuinte.&lt;br /&gt;O socialismo progressista é uma fórmula vazia, da qual compartem todos os partidos, de direita e de esquerda do consenso, para que possam viver muito a custa do “resto”, como outrora disse &lt;em&gt;Bastiat&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Para consegui-lo, é essencial a falsificação do consenso social apresentando-o como consenso político: o da sociedade política, como se esta fosse a sociedade total.&lt;br /&gt;No Brasil, o esgotado consenso “socialdemocrata” instaurado em 1985, para substituir a “Ditadura” militar pela “ditadura” dos partidos, tenta perpetuar-se. Atendendo aos fatos, pode se afirmar que se propõe a fundar uma nova Sociedade, um novo Estado, e uma nova Nação. Par tal fim, se aventura agora em aniquilar definitivamente o ethos tradicional, a Nação Histórica e o Estado Nacional&lt;br /&gt;É muito expressiva desta intenção fundacional o necrofilico decreto que aprovou o famigerado &lt;strong&gt;Plano Nacional de Direitos Humanos – 3&lt;/strong&gt;, em todos os seus aspectos. Ante a ética política é uma grave irresponsabilidade, não obstante que em momentos de dissolução como o presente, se perdem as noções morais elementares. A espécie de aliança do &lt;strong&gt;PT&lt;/strong&gt; com o terrorismo, tanto do passado (&lt;em&gt;do qual foram agentes toda caterva que forma a cúpula do partido&lt;/em&gt;) como do presente (&lt;em&gt;atribuição do qualificativo de Movimento Social ao MST, a concessão de status de refugiados políticos para o italiano Cesare Battisti e os paraguaios Juan Arrom, Anuncio Martí e Víctor Colmán, estes últimos acusados de planejar o seqüestro e morte da filha do ex-presidente daquele país Raul Cubas&lt;/em&gt;), constitui uma prova irrefutável.&lt;br /&gt;Intelectualmente, no que concerne a tosca &lt;strong&gt;“Comissão da Verdade”,&lt;/strong&gt; copiada da legislação peruana e na mesma linha da lei de Memória Histórica espanhola, do companheiro Zapatero, o qual segue manso, mansinho, as coordenadas do Juiz comunista, Garzón, assim como o Molusco segue as do desprezível Tarso Genro; esta Comissão, dizíamos, do ponto de vista intelectual, cai no absurdo de pretender passar por verdades as mentiras que lhe convenham, alterando assim, a essência de um período crucial de nossa história, tencionando apagar o que sentiu vivamente o povo brasileiro, o que sentiram as mulheres de São Paulo e Belo Horizonte quando saíram à rua para protestar contra um Governo a serviço da Anti-Nação, pois, na “verdade”, foi esse sentimento que deflagrou o movimento redentor de 1964, despontado com a Marcha de 19 de Março.&lt;br /&gt;Nem foram outros, como querem fazer crer os Iluminados hoje no poder, os objetivos fundamentais daquele movimento senão erradicar do País a subversão e o terrorismo perpetrados por &lt;em&gt;Dilma, José Dirceu, Tarso Genro, Paulo Vannuchi&lt;/em&gt; etc., os quais, agora, superando o senso comum – que não possuem -, pretendem justificar tais condutas através de punições severas àqueles que dentro do marco de suas atribuições fizeram a contra-revolução em face de &lt;em&gt;um governo que pretendia conduzir o Brasil para o Comunismo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Por outro lado, politicamente, o &lt;strong&gt;PNDH&lt;/strong&gt; em geral, objetiva: dividir os brasileiros na aplicação do princípio “divide e vencerás” - &lt;em&gt;através de seu apoio irrestrito ao MST, aos movimentos indigenistas e quilombolas&lt;/em&gt; -; captar clientelas ante o atrativo das indenizações vultosas – &lt;em&gt;a família de Mario Covas quem o diga&lt;/em&gt; -; monopolizar a educação (&lt;em&gt;substituindo a família nas funções que cabem a esta como decorrência da própria natureza, negando-lhe os direitos naturais&lt;/em&gt;), a qual seguirá os ditames da “&lt;em&gt;moral do Estado&lt;/em&gt;” – &lt;em&gt;distribuição de preservativos e anticoncepcionais nas escolas a revelia dos pais, educação sexual os preceitos &lt;/em&gt;Onusianos&lt;em&gt; e conseguinte disseminação do homossexuailismo&lt;/em&gt; -; esfacelar (&lt;em&gt;ainda mais&lt;/em&gt;) a instituição da família com o aborto e uniões contra-natura (&lt;em&gt;de homossexuais, e conseguinte possibilidade de adoção de crianças por parte destes&lt;/em&gt;); substituir a religião pela ideologia estatal e legitimar a nova forma do consenso a custa, se preciso, do suicídio do ser nacional, procedente de nossas raízes históricas.&lt;br /&gt;Para concluir, como dizia &lt;em&gt;Leonardo Castellani,&lt;/em&gt; de saudosa memória, quatro coisas existem na ordem intelectual que são sumamente más: a ignorância, o erro, a mentira e a confusão, e esta última, onde estamos entrando, é a pior, porque trata-se já de &lt;strong&gt;demência.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-family:Times New Roman;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 188px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437014202566206194" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3QnnFa2YvI/AAAAAAAAAW4/YyXjTjJiQmg/s320/chedilma.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-2652548975542819612?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/2652548975542819612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=2652548975542819612' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2652548975542819612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2652548975542819612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/02/revolucao-legal-entre-coacao-e-o.html' title='Revolução Legal: entre a coação e o consenso'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3QnnFa2YvI/AAAAAAAAAW4/YyXjTjJiQmg/s72-c/chedilma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-1937388696142238030</id><published>2010-02-02T06:27:00.001-08:00</published><updated>2010-02-04T13:51:39.378-08:00</updated><title type='text'>A gripe “anti-crucifixos” e a Revolução Universal.</title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,102)"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S2g3ESbQacI/AAAAAAAAAU4/KC3OwrywDXU/s1600-h/ENDEFENSADELCRUCIFIJO.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 219px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433653497227667906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S2g3ESbQacI/AAAAAAAAAU4/KC3OwrywDXU/s320/ENDEFENSADELCRUCIFIJO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: center; COLOR: rgb(0,0,102)" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;“Há que proclamar Cristo acima dos punhos crispados dos verdugos, acima dos suspiros da besta infernal da perseguiç&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;ão”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;O decreto n. 7.037/2009 que aprovou o malfadado Plano Nacional de Direitos Humanos vem suscitando debates calorosos a respeito de vários de seus pontos. Tod&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;avia, salvo poucas exceções, a análise do malogrado documento é feita de forma fragmentária, olvidando-se sua essência, vale dizer, seu caráter notadamente anti-católico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Esse caráter anti-católico fica evidente no “objetivo estratégico VI” do PNDH atinente ao “respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Inicialmente calha ressaltar que esta ofensiva contra a tradição cristã de nossa Pátria e contra os valores basilares do cristianismo possui amplitude universal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Em 4 de novembro de 2009 o Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo deferiu o recurso apresentado por Soile Lautsi, cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 havia pedido ao instituto estatal italiano em que estudavam seus dois filhos que retirassem os crucifixos das salas de aula. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;A sentença prolatada pelo Tribunal de Estrasburgo – embasada por sua vez no Pacto de Lisboa - assegura que os crucifixos nas salas de aula constituem “uma violação dos direitos dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções” e da “liberdade de religião dos alunos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;A conferência episcopal italiana falou de “visão parcial e ideológi&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;ca”, ressalvando que na decisão do tribunal “se ignora ou se descuida do múltiplo significado do crucifixo, que não é só símbolo religioso, senão também cultural”. Ademais, enquanto o Governo italiano anunciou que apresentou recurso contra a sentença, o mundo político manifestou quase unanimemente a falta de senso comum que embasa a medida, assinalando como “a laicidade das instituições é um valor muito distinto da negação do papel do cristianismo”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;De fato, a sentença do Tribunal de Estrasburgo, com a intenção de tutelar os direitos do homem, acaba por colocar em julgamento as raízes sobre a quais se fundam esses mesmos direitos, desconhecendo a importância do papel da religião – e em particular do cato&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;licismo – na construção da identidade européia. Por outro lado, a decisão vem reafirmar antiga idéia naturalista – condenada por São Pio X - quando afirma a centralidade do homem na sociedade substituindo a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Os efeitos da decisão supradita não demoraram, e assim, c&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;om o apoio do PSOE (Partido Socialista “Obrero” Espanhol), a Comissão de Educação e Esporte do Congresso espanhol aprovou dia 2 de dezembro de 2009, por 4 (quatro) votos de diferença, uma proposta de lei, apresentada pela ERC (Esquerda Republicana da Catalunha), a qual visa forçar o Governo a aplicar em todos os centros escolares a jurisprudência do Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;a name="1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Cabe lembrar que na Espanha da Segunda República, no&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt; governo da Frente Popular onde 90% dos ministros eram maçons, o anticlericalismo se fez apresentar desgraçadamente. Neste governo se aprovou uma Lei para a expropriação de todos os bens das Igrejas. Também se criou uma lei através da qual se proibia a docência aos sacerdotes e nas escolas os crucifixos deveriam ser eliminados das salas de aula. Em face disso, o consagrado escritor &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Miguel de Unamuno&lt;/span&gt; detectava muito bem a raiz destas invectivas com palavras que se adequam perfeitamente aos dias de hoje:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;“A presença do Crucifixo nas escolas não ofende a nenhum sentimento nem ainda ao dos racionalistas e ateus; e ao retirá-lo ofende ao sentimento popular até dos que carecem de crenças confessionais. O que se vai colocar onde estava o tradicional Cristo agonizante? Uma foice e um martelo? Um Compasso e um esquadro? Ou que outro símbolo confessional? Porque há que dizer clarament&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;e e disso teremos que ocupar-nos: a campanha é de origem confessional. Claro que de confissão Anti-Católica e Anti-Cristã. Porque de neutralidade é um engodo”. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;A gripe “Anti-crucifixos” de que padecia a mãe italiana que negava que seus filhos estudassem em uma sala de aula com um símbolo religioso contagiou a esquerda da Espanha, ainda que isso não seja nada novo. Desde que o Governo de Zapatero assumiu o poder em 2004, tudo relacionado a religião, a família cristã, a vida desde a concepção, a liberdade de ensino, tem sido objeto de uma continua ofensiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;A gripe não apenas atingiu a esquerda espanhola, mas também a brasileira, uma vez que não outra coisa objetiva o governo petista ao prescrever como ação programática do PNDH&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt; &lt;i&gt;“desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União” &lt;/i&gt;com a finalidade de promover a “tolerância” e a “afirmação da laicidade do Estado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Conforme salientou &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Dalmacio&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt; Negro,&lt;/span&gt; catedrático espanhol e membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas, “as principais características do laicismo são o culto ao Estado e a ideologia progressista nihilista”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Laicismo, diz o Dicionário de Política do s&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;audoso jusfilósofo paulista &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;José Pedro Galvão de Sousa&lt;/span&gt;, é uma &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;“concepção filosófico-política que se assenta em radical indiferença à religião positiva e leva a pensar e agir como se Deus não existisse, fazendo-se valer essa atitude especialmente no âmbito das instituições públicas e da educação”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;No mesmo sentido, anota o jurista espanhol &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Miguel Ayuso,&lt;/span&gt; catedrático de Ciência Política e Direito Constitucional da Universidade Pontificia de Comillas e presidente da União Internacional de Juristas Católicos, que o termo laicismo denota o sufixo “ismo”, ligado a uma ideologia, a liberal, baseada na marginalização da Igreja das realidades Humanas e Sociais, vale dizer, supressão da Realez&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;a Social de Cristo. Com efeito, o naturalismo racionalista posto em ação na Revolução liberal, e condenado pelo magistério da Igreja, recebeu entre outros o nome de laicismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Na prática, assevera ainda &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Miguel Ayuso,&lt;/span&gt; o que se está postulando é o agnosticismo político, que não pode se concretizar senão exigindo a submissão da Igreja (prévio esquecimento de sua missão de garante dessa ortodoxia pública) ao Estado: a “laicidade do Estado” sempre termina na “laicidade da Igreja”, vale dizer, na pretensão de que esta renuncie sua missão e se limite a oferecer seu “produto” (pura opção) dentro do respeito às regras do “mercado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Assim, a invectiva governamental pretende entregar a obra fundadora do catolicismo ao jugo da Revolução Universal, uma “potência anônima, ideológica, desencarnada, despersonalizadora” sobre a qual “o Estado absorve a Pátria”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Nossa época sofre de uma enfermidade predominante, e essa “enfermidade social” se chama laicismo. A natureza desta enfermidade já observava com sua habitual e peculiar lucidez o filósofo italiano &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Michele Federico Sciacca&lt;/span&gt;:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,51,0)"&gt;“O laicismo moderno, pura ou implicitamente desde seus primórdios, e ainda quando não o proclame abertamente, obedece a um princípio que, mais que uma abstração, diríamos que é uma superstição por um ídolo que lhe é essencial: o homem basta a si mesmo, e o mun&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,102)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,51,0)"&gt;do humano tem em si mesmo seu próprio princípio e seu próprio fim: é auto-suficiente. [...]. Concepção laicista da vida que significa, pois, concepção arreligiosa, humanismo absoluto, mundanismo radical; que tem por norma própria: pensar (ordem intelectual) e agir (ordem prática) como se Deus não existisse, deixando-o de lado na espera de anular sua mais distante imagem. Primeiro, destruição; logo, desprezo; por fim, radical esquecimento”&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(SIACCA, Michele Federico. “El laicismo, crisis de fe y de razón”, en La sociedad a la deriva. Actas de &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="la XIV Reunión"&gt;la XIV Reunión&lt;/st1:personname&gt; de Amigos de &lt;st1:personname st="on" productid="la Ciudad Católica"&gt;la Ciudad Católica&lt;/st1:personname&gt;, 6 al 7 de diciembre de 1975, Speiro, p. 224.)&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Monsenhor Berataud,&lt;/span&gt; com acuidade escrevia que “não há direitos a proscrever o sobrenatural da vida de uma nação, pois é como exilar a alma do corpo, a graça da natureza, o Anjo de nossos passos. E quando isso ocorre, os países caem desabados e tombam sem sentido”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;Hoje vivemos &lt;st1:personname st="on" productid="em nossa P￡tria"&gt;em nossa Pátria&lt;/st1:personname&gt; uma Revolução que quer destruir todos os valores e esquecer nosso passado. Vivemos uma Revolução que de alguma maneira é mais&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt; perigosa que a situação que viveu a Pátria faz alguns anos, quando as guerrilhas armadas queriam apoderar-se do poder para impor-nos a bandeira vermelha do comunis&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;mo.Por isso temos que rezar ao Senhor para que nossa Pátria recorde &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;que nasceu cristã, que nasceu católica, como pedia o &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Padre Albert&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0)"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;o Ezcurra&lt;/span&gt; aos seus compatriotas argentinos, e que recorde que emergiu da Cruz dos missionários ao mesmo tempo que da espada dos conquistadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S2g2aecJUOI/AAAAAAAAAUw/HWZu_xR1d48/s1600-h/defesna+do+crucifixo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 162px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433652778898116834" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S2g2aecJUOI/AAAAAAAAAUw/HWZu_xR1d48/s320/defesna+do+crucifixo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-size:13;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-size:13;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-size:13;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-size:13;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,0);font-size:13;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-1937388696142238030?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/1937388696142238030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=1937388696142238030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1937388696142238030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1937388696142238030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/02/normal-0-21-false-false-false.html' title='A gripe “anti-crucifixos” e a Revolução Universal.'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S2g3ESbQacI/AAAAAAAAAU4/KC3OwrywDXU/s72-c/ENDEFENSADELCRUCIFIJO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-9031894208302147864</id><published>2010-01-11T08:03:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T19:13:56.186-08:00</updated><title type='text'>Um líbelo contra a conivência com o crime e criminosos.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Em que pese o crescimento vertiginoso da criminalidade, alguns "iluminidados", seguidores do malfadado "garantismo" penal, insistem em excluir o livre arbítrio da conduta criminosa, e, seguindo a vetusta tese de Rousseau, atribuem a sociedade a existência do delito, uma vez que é a sociedade que corrompe o homem, bom por natureza. Assim se explica os vários casos de impunidade, de punições pifias que no mais das vezes podem ser consideradas "ausência de punição", pela desproporcionalidade entre a pena cominada e a gravidade do delito cometido. Recentemente, na Argentina, juristas de escol lançaram um líbelo contra esta corrente "ideológica" que permeia as universidades, escolas da magistratura etc. No Brasil, dois insignes desembargadores do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de SP, Ricardo Dip e Volney Corrêa Leite de Moraes Jr., denunciaram o caráter "ideológico" por trás do liberalismo penal, ou, melhor dizendo, garantismo penal, em obra conjunta, com o sujetivo título &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;"Crime e Castigo, Reflexões politicamente incorretas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;",&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;de onde selecionamos os trechos abaixo transcritos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;"a conivência sociologista, que se ocupa em superestimar as causas sociais do crime tem sido um modo sutil de culpar de forma vaga o sistema por todas as mazelas que nos afligem, de sorte que, com isso, fica tudo como está, ou melhor, vai tudo piorando a passos largos diante da passividade generalizada”&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em matéria de política criminal, duas grandes vertentes são identificáveis, tendo como divisor de águas a questão do livre arbítrio:&lt;br /&gt;a) (...)&lt;br /&gt;b) autodesignada moderna, que supõe existente relação determinística entre as condições socioeconômicas do agente e a infração;&lt;br /&gt;- seus adeptos acreditam que o crime é produto de injunções materiais, excluída, por conseguinte, a intervenção do livre-arbítrio;&lt;br /&gt;- adotam a convicção, numa espécie de culpabilização coletiva, de que o crime é produto, não do livre-arbítrio do indivíduo, mas das injustiças sociais, pois o homem, no fundo, seria naturalmente bom.&lt;br /&gt;- haveria algo assim como férreo, rígido fatalismo por sob a conduta criminosa, tal significando que a vontade do rapinante e do extorsionário, cujas condições materiais de existência não foram especialmente satisfatórias, seria absolutamente impotente diante do irresistível magnetismo exercido pelo proveito ilícito; eles não teriam liberdade de consciência".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na promiscuidade de um barraco, na angústia da fome, no desespero da orfandade, na escuridão do analfabetismo, na visão de um futuro sem redenção, semelhante ao passado brutal e idêntico ao presente asfixiante, seria uma idiotice ver condições adequadas ao pleno florescimento e ao&lt;br /&gt;desembaraçado exercício do livre arbítrio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas é distorcido afirmá-lo impossível, vê-lo natimorto, quando se tem maciça evidência estatística de que, não o tendo perdido, a quase totalidade dos despossuídos resistiu à tentação de obliterar seus sentimentos de respeito ao próximo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É atitude de néscio asseverar que a vontade nada tem a ver com a situação concreta em que se plasma e com as situações concretas em que se exterioriza".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porém, afirmar a existência de liberdade de escolher entre isto e aquilo nem de longe é pretender que a soberania da vontade seja quimicamente pura e que a preponderância da vontade não esteja sujeita a turbulências gravitacionais. Não há tal coisa. Há, indiscutivelmente, condicionantes (da mais variada natureza) da liberdade volitiva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas se é certo que as condições limitam a vontade e conformam o seu exercício, é não menos verdadeiro que de nenhum modo substituem a própria vontade no conteúdo nuclear da ação. Elas, as condicionantes, têm o poder de dizer à vontade como ela pode se manifestar, mas não têm o poder de determinar o que ela deva ser".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;“Equacionando o problema em termos simples: a miséria predispõe ao crime, mas não o engendra mecanicamente. O livre-arbítrio é o fator determinante. Para a grande maioria das pessoas, é o fator de sublimação (em linguagem psicanalítica) da predisposição negativa.&lt;br /&gt;Para inexpressiva minoria, é o fator de rendição, de submissão, de sujeição às solicitações do meio socioeconômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(...) Pois bem, o banimento, a proscrição do livre arbítrio da ordem de considerações fundamentais na concepção de política criminal tem como corolário substancial modificação na idéia de pena: ela se despe da finalidade reprovativa – na verdade, reprovar o quê, se a conduta transgressiva tem conteúdo fatalista? – e ela se despoja da finalidade preventiva, inibitória, dissuasória, intimidativa – na verdade, prevenir o quê, se o criminoso está destinando inescapavelmente ao crime, de sorte que lhe resulta quimicamente estéril, inócua, inconseqüente a condenação de terceiros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um excêntrico personagem, de que até agora só se vira a ponta do nariz a sair dos bastidores, abandona a timidez e entre em cena: o niilismo penal.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Direito de Punir tem um halo de transcendência, porque sua concretização traduz a reafirmação dos valores fundamentais em torno dos quais se organiza a convivência social.&lt;br /&gt;Valores que o criminoso não apenas ignora, mas agride; não apenas despreza mas profana.&lt;br /&gt;Na intersecção do Mal necessário (a legítima defesa do homem pacato) e do Bem atuante (a reação à ética do crime), o Direito de Punir, por óbvio, deve ser exercido nos limites da Lei e na justa medida, precisamente em atenção àqueles valores, entre os quais se destacam, para o efeito, os relativos à superação da vingança e à regra summum ius summa iniuria. Também por respeito a eles, o Direito de Punir não há de ser aplicado:&lt;br /&gt;a) com regozijo, - obliterando os favores que a Lei consente -, porque isso é sadismo; b) com o acanhamento de quem pede desculpas por um gesto indecoroso, - prodigalizando mercês que a Lei não oferece e a gravidade do delito não comporta -, porque isso é abjeto.&lt;br /&gt;Sim, abjeto.&lt;br /&gt;Porque duvidar da justiça da condenação na conformidade das evidências e nos moldes da lei, e ainda assim punir, é burocrática covardia.&lt;br /&gt;A condenar com vergonha é preferível absolver com desfaçatez.&lt;br /&gt;Não punir quando era o caso, é caso de assombro, espanto e pasmo: sensação de que a Justiça, existente embora, não foi realizada no caso específico. Mas punir timidamente, quando era caso de estabelecer uma justa proporção entre crime e pena, é caso de escândalo, indignação e anátema: sensação de que a Justiça existe apenas como farsa”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(Crime e Castigo, Reflexões politicamente incorretas, Millenium, 2ªedição, 2002, Pgs. 9, 19 e 20)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#333333;"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-9031894208302147864?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/9031894208302147864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=9031894208302147864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/9031894208302147864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/9031894208302147864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2010/01/um-libel-contra-conivencia-com-o-crime.html' title='Um líbelo contra a conivência com o crime e criminosos.'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-8046311552888947125</id><published>2009-12-21T18:16:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T18:26:22.735-08:00</updated><title type='text'>Os poetas assassinados</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por João Bigotte Chorão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 274px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417880964707455538" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SzAuCEC9EjI/AAAAAAAAATA/4jn_iUcjUFM/s320/exra.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;A revolução francesa que transportava nos flancos a arbitrariedade e a injustiça, a libertinagem e a tirania, a violência e o sangue, condenou à morte o poeta André Chénier. A revolução russa,  conduzida também sob o signo do ódio, só não levou ao cadafalso Maiakovsky porque o poeta, desiludido e desesperado, se deu à morte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Nascida do terror da revolução francesa, a época contemporânea recorda a sua origem sanguinolenta na sistemática perseguição aos poetas que denunciam os mitos modernos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Condenado à morte o jovem poeta como Chénier, Brasillach evoca na prisão com um frémito de ternura e orgulho aquele que o antecedeu no martírio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Outros, se lhes foi poupada a vida, sofreram no entanto a perseguição e a calúnia. Basta lembrar os nomes de Ezra Pound e de Vintila Horia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Declarado louco (pois é loucura denunciar neste tempo o materialismo capitalista e a impostura democrática), Pound conheceu o cativeiro e o insulto do manicómio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;“Era impossível viver nos Estados Unidos fora de um manicómio”,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; dirá lucidamente esse europeu nascido na América. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Fiel como Claudel e Eliot à Lição de Dante, Pound escreveu os Cantos, grande poema em que colaboraram céu e terra. Para entendê-lo na sua extensão e profundidade, é preciso saber várias línguas vivas e mortas, conhecer a Bíblia e a Comedia, estudar História e Economia, ter alguma notícia de poesia chinesa e de pintura italiana, ser destro em armas, esperto em letras, experiente da vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Vintila Horia, escritor romeno de expressão francesa (como Gheorghiu e Cioran), bebeu as lágrimas do exílio e o sangue das feridas. Intelectual das direitas — como a si mesmo se definiu — que guardou fidelidade à tradição latina e cristã da Romênia, adversário do regime que humilha o seu país, Vintila Horia foi vítima da coligação marxista e democrática. Distinguido em 1960 com o Prêmio Goncourt, o escritor romeno renunciou a ele depois de uma campanha caluniosa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;No martiriológio nacionalista, dois nomes concitam a nossa emoção e o nosso fervor: o de José António e o de Robert Brasillach. Ambos réus de um julgamento iníquo, ambos serenos na morte, ambos sacrificados na juventude pelos seus ideais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Para o caudilho e para o escritor a política era uma forma de arte. Em José António, a política sublimava-se na poesia, em Brasillach a poesia comprometia-se na política. José António foi um poeta que se realizou na acção política, Brasillach um militante que se realizou na criação poética. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;A clareza de pensamento, a transparência de estilo, o exemplo de juventude, o teor de vida, o entendimento da pátria, tais são alguns tópicos das personagens fraternas de José António e Brasillach. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Numa página admirável, falou José António de um paraíso difícil guardado por anjos com espadas de fogo. Um paraíso proibido aos invertebrados e prometido aos guerreiros. Um paraíso, como o islâmico, em que se descansa à sombra das espadas. Um paraíso onde não é difícil imaginar, vertical e luminoso, o poeta Brasillach.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="entry" align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 203px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417879967867351810" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SzAtIChwMwI/AAAAAAAAASo/BQxpPbragoo/s320/jose+antonio.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-8046311552888947125?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/8046311552888947125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=8046311552888947125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8046311552888947125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8046311552888947125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/12/os-poetas-assassinados.html' title='Os poetas assassinados'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SzAuCEC9EjI/AAAAAAAAATA/4jn_iUcjUFM/s72-c/exra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-385241823297626605</id><published>2009-10-12T15:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T15:38:57.652-07:00</updated><title type='text'>A geração hobbit</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/StOv5ukwWWI/AAAAAAAAASQ/d0tRVILHOa4/s1600-h/juventude+hobbit1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391846585182214498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 304px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/StOv5ukwWWI/AAAAAAAAASQ/d0tRVILHOa4/s320/juventude+hobbit1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Tolkien nunca participou em política nem expressou convicções definidas; tão pouco ‘&lt;em&gt;O Senhor dos Anéis’&lt;/em&gt; pode ser reduzido às categorias políticas em uso: nem ao debate político dos anos 1940-1950, nem ao de 2001. Mesmo assim, não pode negar-se um fato evidente: nem Tolkien nem a sua obra escrita podem ser consideradas neutrais perante os episódios fundamentais do nosso tempo.&lt;br /&gt;‘&lt;em&gt;Gandalf está vivo e luta conosco’:&lt;/em&gt; não é um mote surrealista, mas um lema político do início dos anos 70, imediatamente após a primeira tradução italiana de "&lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;". Já então, na &lt;em&gt;Península Itálica&lt;/em&gt;, se compreendera a militância estrutural do mundo de Tolkien &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;contra a evolução do mundo moderno&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e em defesa, em entre-linhas, de determinados princípios: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;sacrifício perante o hedonismo, família e comunidade contra o individualismo, fidelidade e integridade frente ao transformismo, tradição e respeito perante a mecanização, ecologia e lei natural perante a exploração da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Gandalf, como o seu criador Tolkien, não é de direita. Nem de esquerda. Representam simplesmente a denúncia dos males da sociedade de consumo. E uma alternativa ética, mesmo que não necessariamente política e ideológica. Em muitos e distantes países, uma minoria de jovens - sempre jovens, independentemente da sua idade e sempre rodeados por jovens cronológicos - adotou Tolkien como bandeira de protesto, ou apenas como símbolo de uma opção de descontentamento pessoal.(...) Falamos dos jovens de todas as idades que participaram nos já longínquos ‘&lt;em&gt;Acampamentos Hobbit’&lt;/em&gt;, que ouviram a diferente música da ‘&lt;em&gt;La Compagnia dell'Anello’&lt;/em&gt;, que utilizaram os nomes de ‘Eowyn’ ou de ‘Erebor’ para as suas iniciativas culturais. Uma juventude diferente, dissidente, minoritária e mais disposta a seguir um mito literário anti-moderno que a submeter-se às modas dominantes. Uma juventude quase marginal, mas viva e real, surpreendentemente consciente da sua identidade comunitária e difusamente disposta a uma luta quase espiritual num mundo pouco inteligível como o contemporâneo. Haverá uma ‘&lt;em&gt;geração hobbit’&lt;/em&gt;? Nas atuais circunstâncias, os valores de JRR Tolkien não podem chegar a ser socialmente dominantes. A sociedade ocidental baseia a sua organização nos princípios mais opostos. Vivemos entre Morgul e Mordor. Mas continuará a haver &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;dissidentes,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; que aspirem a viver em &lt;em&gt;Hobbiton&lt;/em&gt; ou em &lt;em&gt;Lórien&lt;/em&gt;; e, logicamente, a difusão cinematográfica do mito favorecerá que essa minoria cresça, porque haverá um maior segmento da população exposto à inegável beleza desse mito. Com este filme poderá haver mais &lt;em&gt;hobbits&lt;/em&gt;, mais jovens de espírito em luta estética contra as injustiças do presente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Aconteça o que acontecer, JRR Tolkien não passou pelo Mundo sem deixar uma firme recordação.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Pascual Tamburri&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-385241823297626605?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/385241823297626605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=385241823297626605' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/385241823297626605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/385241823297626605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/10/geracao-hobbit.html' title='A geração hobbit'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/StOv5ukwWWI/AAAAAAAAASQ/d0tRVILHOa4/s72-c/juventude+hobbit1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-7919450005454841087</id><published>2009-09-29T18:25:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T09:48:57.868-07:00</updated><title type='text'>Liberdade sexual?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SsKz8589S7I/AAAAAAAAAQo/s875pukty3o/s1600-h/huxley2rd5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387065963218553778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SsKz8589S7I/AAAAAAAAAQo/s875pukty3o/s320/huxley2rd5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SsKz4F1TWTI/AAAAAAAAAQg/zqJ-kI0Lc6w/s1600-h/huxley2rd5.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#333300;"&gt;"Dentro de alguns anos, sem dúvida, passar-se-ão licenças de casamento como se passam licenças de cães, válidas para um período de doze meses, sem nenhum regulamento que proíba a troca de cão ou a posse de mais de um animal de cada vez. À medida que a liberdade econômica e a liberdade política diminui, a liberdade sexual tem tendência para aumentar, como compensação. (…) Juntamente com a liberdade de sonhar em pleno dia sob a influência de drogas, do cinema e da rádio, ela contribuirá para reconciliar os súbditos com a servidão que lhes estará destinada."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Aldous Huxley: in prefácio de "Admirável Mundo Novo" (1946)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://infoinconformista.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://infoinconformista.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-7919450005454841087?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/7919450005454841087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=7919450005454841087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7919450005454841087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7919450005454841087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/09/dentro-de-alguns-anos-sem-duvida-passar.html' title='Liberdade sexual?'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SsKz8589S7I/AAAAAAAAAQo/s875pukty3o/s72-c/huxley2rd5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-4385152563368931276</id><published>2009-07-13T00:08:00.000-07:00</published><updated>2009-07-16T16:17:30.099-07:00</updated><title type='text'>PROMISCUIDADE INSTITUCIONALIZADA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;"O amor está tanto mais doente quanto nossa civilização se tornou mais afrodisíaca".&lt;/strong&gt; Henri Bergson.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acabo de ler o editorial de um jornal local – cujo nome não cito propositalmente – onde sob o título &lt;em&gt;“Aids e infância”,&lt;/em&gt; apresenta dados oferecidos pelo Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e AIDS do Ministério da Saúde o qual divulgou que em torno de nove mil crianças e adolescentes convivem com a AIDS, no Brasil.&lt;br /&gt;Ressalta o próprio editorial que &lt;em&gt;“adquiriram a doença ainda no ventre materno ou por &lt;span style="color:#000066;"&gt;relação sexual precoce&lt;/span&gt;”,&lt;/em&gt; para depois dizer que há muito a se fazer em relação a políticas públicas, dirigidas a este público. E por fim exige:&lt;em&gt; “O Estado precisa ser arrojado nas políticas públicas, a família se fazer presente, a escola fazer sua parte &lt;span style="color:#000066;"&gt;a igreja precisa absolver a camisinha&lt;/span&gt;”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Pois bem! O interesse repentino pelo assunto ora em questão, pelo mencionado jornal, decorre das críticas feitas ao malfadado &lt;strong&gt;“Caderno das coisas importantes”,&lt;/strong&gt; que faz parte do programa &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;“saúde nas escolas”,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; projeto dos Ministérios da Saúde e da Educação do Governo Federal que conta com o apoio da Unicef e da Unesco, órgãos ligados à ONU. O &lt;em&gt;“Caderno...” &lt;/em&gt;é destinado a estudantes entre 13 e 19 anos.&lt;br /&gt;Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo central do programa &lt;em&gt;“saúde nas escolas”&lt;/em&gt; é a promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva, &lt;em&gt;visando reduzir a vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DST, à infecção pelo HIV, à AIDS e à gravidez não-planejada&lt;/em&gt;, por meio de ações nas escolas e nas unidades básicas de saúde.&lt;br /&gt;Uma breve leitura do denominado &lt;em&gt;“Caderno das Coisas Importantes”* &lt;/em&gt;levará o leitor a facilmente concluir que o mesmo se reduz a incitar em todo momento o adolescente à prática sexual, porém ressalvando que existem doenças sexualmente transmissíveis e gravidez “não planejada” dela decorrentes e a apresentar (ainda que em linguagem vulgar) um &lt;em&gt;“elemento mágico”&lt;/em&gt; – &lt;strong&gt;a camisinha&lt;/strong&gt; - que vai “livrá-lo” destes “inconvenientes”, mesmo que para isso tenha que “omitir” que esta “informação” é fraudulenta.&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde e da Educação com a pretensa finalidade de combater uma enfermidade física, não repara (ou repara e este seria o pano de fundo por trás do programa?) na enfermidade espiritual e metafísica da permissividade.&lt;img class="gl_bold" alt="Negrito" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O ato sexual, consoante o &lt;em&gt;“Caderno das Coisas Importantes”&lt;/em&gt; é isso: &lt;strong&gt;gozo e satisfação&lt;/strong&gt;. Este é o sexo como faculdade ginástica. Banaliza-se a sexualidade ao incitar sua &lt;strong&gt;&lt;em&gt;prática precoce &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(não era essa uma das razões do alto índice de crianças e adolescentes com AIDS entre nós?)&lt;/span&gt;, que a limita, a uma mera gestualidade física.&lt;br /&gt;Este ato sexual tem apenas dois problemas, como mencionamos: a AIDS, que é mortal e a gravidez adolescente "não planejada", que é social, já que deixa como conseqüência, o aumento de famílias monoparentais, visto que o programa governamental não educa o adolescente no sentido de buscar uma relação duradoura e permanente, baseada no amor, mas sim uma relação fugaz e passageira (&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;“ficada”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; como ensina o próprio &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;“Caderno”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;), baseada no prazer individualista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, se o ato sexual é apresentado desvinculado da fecundidade (&lt;em&gt;que é sua finalidade precípua, queiram ou não os hedonistas estatais&lt;/em&gt;), através de uma relação duradoura e permanente, e reduzido única e exclusivamente ao prazer momentâneo, através de relações relâmpagos, então, se dá a &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;nivelação de todas as experiências sexuais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;O igualitarismo neste domínio faz com que todas - &lt;em&gt;experiências sexuais&lt;/em&gt; - tenham o mesmo valor. &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;As relações heterossexuais, homossexuais, bissexuais, auto-satisfações (masturbação), tornam-se equivalentes.&lt;/em&gt; Tudo está permitido em função do maior gozo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acerca da masturbação, o &lt;em&gt;“Caderno...”&lt;/em&gt; ensina de forma pormenorizada como fazê-la e a qualifica como natural. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nesse ponto cabe transcrever a penetrante análise feita por &lt;span style="color:#000066;"&gt;C. S Lewis&lt;/span&gt; sobre este hábito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;“Para mim o verdadeiro mal da masturbação consiste em que toma um apetite – que legitimamente usado faz sair o individuo de si mesmo para completar (e corrigir) sua própria personalidade na de outra pessoa (e em ultimo término nos filhos e netos) – dirigindo-o em sentido contrário, para a prisão interior de si mesmo, para criar um harém de noivas imaginárias. Neste harém, uma vez aceito, resiste a abandoná-lo para sair e unir-se verdadeiramente com uma mulher real. Porque tal harém se encontra sempre a mão, sempre dócil, não exige sacrifícios nem renúncias e pode ser adornado com atrações eróticas e psicológicas com as que nenhuma mulher real pode competir”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Corroborando a tese de &lt;span style="color:#000066;"&gt;Lewis&lt;/span&gt;, o filósofo francês &lt;span style="color:#000066;"&gt;Gustave Thibon&lt;/span&gt; salientava que já não sabemos ser fiéis porque não sabemos sacrificar-nos. E acrescentava o autodidata camponês: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;"Tantos homens há que só amam pelo prazer imediato... Conden&lt;img class="gl_italic" alt="Itálico" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;am-se, deste modo, a conhecer apenas a superfície do objeto amado, e, quando esta superfície os desilude, a trocá-lo por uma outra superfície, e assim por diante. Mas aquele que quer saborear a profundidade de uma criatura deve saber sacrificar-se por essa criatura; o seu amor deve superar as decepções, superar o hábito; mais ainda, deve alimentar-se dessas decepções e desse hábito. O amor humano tem a sua aridez e as suas noites; também ele não encontra o seu centro definitivo senão para além da prova sofrida e vencida. Mas, uma vez chegado a esse ponto, ele saboreará a riqueza, a pureza eterna da criatura pela qual se imolou. Porque, se a criatura é tremendamente limitada em superfície, é infinita em profundidade. É profunda até Deus".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O ato sexual não se esgota em si mesmo como sucede com &lt;em&gt;“os outros gozos”:&lt;/em&gt; uma boa comida, uma peça de teatro ou um filme, a observação de um quadro ou uma escultura, ou ainda a audição de uma boa sinfonia.&lt;br /&gt;A sexualidade plena exige a existência de um projeto. O sexo exige fecundidade, que por sua vez não se limita a fecundidade física, senão a um projeto em conjunto de construir um futuro (fecundidade existêncial). Aqui, o sexo abre o sentido da vida em comum (de forma duradoura e permanente). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;O sexo ocasional, passageiro ou prostibular, termina no sabor amargo de encontrar-se em uma solidão maior após sua consecução&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Nesse sentido, o “&lt;em&gt;Caderno das Coisas Importantes”&lt;/em&gt; constitui-se em um atentado contra o adolescente por privá-lo de descobrir esse mistério da sexualidade em sua integralidade e em seu devido tempo, incitando a prática precoce do ato sexual em sua forma mais baixa e promiscua: o puro prazer egoístico, o qual, diga-se de passagem, não &lt;em&gt;“reduz a vulnerabilidade de adolescentes e jovens às DST, à infecção pelo HIV, à aids e à gravidez não-planejada”&lt;/em&gt;, como “pretende” o Governo, mas sim, ao revés, a acentua de forma considerável.&lt;br /&gt;Alias, cabe salientar ainda, que programa análogo e com a mesma finalidade ao do Ministério da Saúde e da Educação foi rechaçado pelo senado da Índia. Curiosamente, o programa de educação sexual que se queria impor nas escolas indianas, teria por base materiais provenientes da UNICEF, um dos órgãos internacionais, juntamente com a Unesco, que apóia o programa brasileiro.&lt;br /&gt;Para o Senado hindu, caso fosse aplicado o programa proposto, ele &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“corromperia a juventude indiana e levaria ao colapso o sistema educacional”,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e ao contrário de sua “pretensa” finalidade, "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;só exacerbaria as gravidezes prematuras e incitaria a promiscuidade sexual",&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; pois tal programa se reduz a incitação à&lt;em&gt;&lt;strong&gt; "educação para usar preservativos"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; que produz uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"sociedade imoral".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;É o que vai acontecer em nossa pátria se não se proliferarem as ações no sentido de impedir que o “Caderno das coisas importantes” continue a ser distribuído nas escolas da rede pública de ensino. É o famoso remédio de efeito retardado.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por fim, somos obrigado a concordar com o matutino local quando este afirma que um dos fatores que mais contrubuem para alto índice de crianças e adolescentes com AIDS é a prátca precoce do ato sexual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois bem! Como está informção é oriunda do Ministério da Saúde e este, por sua vez, junto com o Ministério da Educação, é responsável pelo programa "saúde e prevenção nas escolas", do qual faz parte o &lt;em&gt;"Caderno das Coisas Importantes",&lt;/em&gt; que está sendo introduzido nas escolas da rede pública de ensino concomitantemente a "máquinas de preservativos" (como pretende o programa), que serão distribuídos como "balas" para crianças e adolescentes, sou levado a concluir, por questão de lógica que: &lt;span style="color:#000066;"&gt;o Governo Federal, antes de contribuir para a erradicação, está ao revés, "de forma consciente", contribuindo para a proliferanção do vírus da AIDS entre crianças e adolescentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para os propagandistas do hedonismo irresponsável, incluindo o responsável pelo medíocre editorial referido no inicio do artigo, deixo a profunda lição do já citado &lt;span style="color:#000066;"&gt;Gustave Thibon&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;"A sexualidade? Esses adoradores desenfreados da carne são, quase sempre, incapazes não apenas de amar profunda e duradouramente, mas até de sentir uma paixão autêntica. A sexualidade —&lt;/em&gt; reduzida a seus componentes elementares (&lt;strong&gt;e por isso mesmo já desnaturada, pois o homem pode imitar tudo do animal, menos a inocência dos instintos&lt;/strong&gt;) &lt;em&gt;— não une mais, não vincula mais; é uma troca à flor da pele, um "bem de consumo" que não exige nenhum investimento. Ora, a vida sem preocupações foi sempre negócio dos pobres, não dos ricos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O que prova o caráter artificial dessa exaltação do sexo é que ela coincide com o desaparecimento progressivo das diferenças sexuais.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Irei mais longe: esse frenesi do sexo, para muitos de nossos contemporâneos, não chega até os atos. É mais uma obsessão do espírito que uma necessidade do corpo: exerce-se (se assim posso expressar-me) por procuração: inúmeros indivíduos buscam no relato ou no espetáculo dos amores dos outros (quer se trate de personagens reais ou fictícios) uma concepção imaginária para a esterilidade de sua própria existência. Assim se explica o sucesso desmesurado do erotismo na literatura (aí se compreendendo as numerosas produções pseudo-científicas consagradas aos problemas sexuais) e em todos os outros meios de informação: cinema, televisão, publicidade, etc.&lt;/em&gt; Essa excitação cerebral não conhece limites porque não tem realidade. Tudo é possível, com efeito, no plano do sonho e da ficção.&lt;em&gt; &lt;strong&gt;Tal como as proliferações cancerosas em torno do órgão que elas próprias devoram, o erotismo representa a degenerescência hipertrófica da sexualidade normal.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Parodiando a frase célebre de Pascal, um jovem filósofo americano escreveu que, no mundo moderno&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;"a sexualidade tem sua circunferência em toda parte e o seu centro em nenhuma".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*&lt;a href="http://www.unicef.org/brazil/pt/O_Caderno_das_Coisas_Importantes.pdf"&gt;http://www.unicef.org/brazil/pt/O_Caderno_das_Coisas_Importantes.pdf&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-4385152563368931276?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/4385152563368931276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=4385152563368931276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4385152563368931276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/4385152563368931276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/07/promiscuidade-institucional.html' title='PROMISCUIDADE INSTITUCIONALIZADA'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-345933575596857969</id><published>2009-06-19T16:24:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T16:27:35.755-07:00</updated><title type='text'>A hegemonia marxista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#003300;"&gt;&lt;em&gt;“Na trilha do marxismo caboclo (ou positivismo marxista), que tomou conta do ensino básico e das universidades, tudo passou a ser reinterpretado à luz da surrada dialética da luta de classes. Exemplo desse deserto de conhecimentos são os textos de História, que os nossos adolescentes e jovens vêm-se obrigados a engolir nos colégios e nos cursos superiores. É praticamente impossível encontrar manuais que não deformem a História do Brasil. Á sombra do cosmogônico confronto opressor-oprimido, fatos, processos, instituições e pessoas são arrumados, de forma a comprovar a validade da teoria escolástico-marxista. A realidade que se dane. Vale mais a versão ideológica do que a intrincada complexidade da vida. Como no seio da luta de classes não há lugar para a dimensão pessoal nem para a existencial, o herói, que por essência é a quebra arquetípica do anonimato da coletividade, não interessa. Atores, só a burguesia e o proletariado. A burguesia, tornada substancia na miraculosa reificação da crítica marxista, arrota, oprime, mata, rouba. O proletariado, igualmente coisificado, sofre, se revolta, toma consciência de classe, luta, faz a revolução, se liberta, salva os outros. À maneira das antigas cosmogonias, os dois atores primordiais contrapõem-se como a noite e o dia, o mal e o bem, o nada e o ser. Os atributos positivos correspondem, no caso, ao proletariado e os negativos à odiada burguesia”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Veléz Rodrigues&lt;/strong&gt;, in: Jornal da Tarde (14.X.1995)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-345933575596857969?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/345933575596857969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=345933575596857969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/345933575596857969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/345933575596857969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/06/hegemonia-marxista.html' title='A hegemonia marxista'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-2676411597961705555</id><published>2009-01-06T11:31:00.000-08:00</published><updated>2009-01-07T17:15:10.129-08:00</updated><title type='text'>A autoridade do arquétipo em face do igualitarismo nivelador</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SWO2PHiOe8I/AAAAAAAAAIM/2-4VzCFBUZE/s1600-h/fumando1.bmp"&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333300;"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;«A autoridade do Arquétipo surge, em síntese, como uma imperiosa e essencial necessidade do homem, que deste modo vem a quebrar o que pudera dar-se de nivelação, de igualitarismo ou de sujeição à uniformidade gregária. A autoridade do Arquétipo, sua presença refulgente, aglutinante e diretriz, é um reclamo natural do espírito, é um silencioso pedido que emana da vocação hierárquica do homem, da peremptoriedade por subordinar-se a uma Ordem e a um Ordenador, em una obediência que é a chave da verdadeira liberdade».&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Antônio Caponnetto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em livro recente, &lt;em&gt;Los Aquetipos y la história&lt;/em&gt;, o pensador argentino Antônio Caponnetto faz notar que desde os bancos escolares se descura do dever de fazer religar as inteligências à Verdade e à Sabedoria, posto que as instituições de ensino se converteram em mera instituição pragmatista, que cinge seu ofício unicamente em formar profissionais – de matiz notadamente utilitarista -, restrita, portanto, na ação, no êxito e na eficácia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A este propósito Delgado de Carvalho acentua que &lt;em&gt;“a finalidade da geração atual não é formar cavaleiros medievais, mas sim fabricar homens eficientes em suas profissões”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O ideal concebido é o do &lt;em&gt;homo faber&lt;/em&gt;, industrial, produtivo, consumidor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma escola semelhante, certamente despreza os arquétipos, pois lhes repugnam os modelos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estes colégios buscam a chamada integração do aluno a sociedade atual, sobre a base do horror ao singular, substituindo o ideal do arquétipo pelo da inserção na multidão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O reino da quantidade necessariamente afasta os autênticos modelos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Busca-se formar uma criança que se insira a vida cotidiana, à vida do homem comum, com a escala de valores predominante, que se modificam de acordo com os vai e vens da opinião pública.&lt;br /&gt;Este tipo de formação educativa se baseia no igualitarismo. Em homenagem a ele, o colégio deverá esquecer a apresentação modélica de personalidades excepcionais, os chefes, os santos, os gênios, porque tais personagens são anormais. Os arquétipos se vêem imolados nas aras do igualitarismo informe.&lt;br /&gt;Anzoatégui dizia na época em que Kruschve, no período de sua Perestroika, fustigava duramente a política de Stalin por haver fomentado o culto a personalidade: &lt;em&gt;“A condenação do culto da personalidade é uma das mais baixas abominações modernas. Importa o triunfo do culto da mediocridade, a democratização dos valores humanos, a abolição da faculdade de admirar, de render pleito – homenagem ao ser superior – que é faculdade inerente à personalidade humana. Stalin foi um criminoso. E o temos como tal. Mas não pelo delito de ter se conduzido como um medíocre. Porque é preferível admirar o Diabo a não admirar o Diabo nem a Deus. O primeiro é o diabolismo que tem como remédio o exorcismo; o segundo é o eunuquismo que não tem remédio”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Eis a expressão terrível de Victor Hugo: “Egalité, traduction politique de mot envie”. Daí, a inspiração remota do princípio político da igualdade absoluta não ser outra que a tentação demoníaca de nossos primeiros pais no paraíso: “sereis como deuses”, pecado que mescla o orgulho com a soberba, anelo prometeico de igualar-se a Deus, rejeição de toda superioridade, de todo arquétipo.&lt;br /&gt;Não em vão afirmava La Rochefoucauld que os espíritos medíocres condenam de ordinário tudo o que está além de seu alcance.&lt;br /&gt;É o triunfo da tibieza, dos homens castrados. O processo igualitarista de nosso tempo é a expressão mais cabal de uma sociedade decadente, que considera impossível a vontade de ser alguém, que dilui irremediavelmente o pathos das distâncias.&lt;br /&gt;A presunta justiça através da igualdade é de fato a injustiça para com os melhores, e, portanto para com todos, privados da liberdade dos melhores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já no século passado, Alexis de Tocqueville profetizou um espetáculo deste gênero: &lt;em&gt;“Quero imaginar sobre que novos traços o despotismo pode produzir-se no mundo: vejo uma multidão de homens semelhantes e iguais, que dão voltas sem descanso sobre si mesmo para procurar pequenos e vulgares prazeres que alimentem sua alma”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;No âmbito das escolas se adverte o sentido antimodelico que toma o ensino da História, a matéria que mais se presta para exaltação dos arquétipos:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Nunca de chegará à compreensão histórica&lt;/em&gt; – escreve Huizinga – &lt;em&gt;se não visualizarmos a imagem dos indivíduos que foram os primeiros em conceber os pensamentos, que ganharam ânimo para agir, que se arriscaram e saíram vitoriosos onde outros muitos se entregaram ao desespero”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Nesse sentido, Hesíodo e Homero, apesar de não terem sido historiadores, em sentido estrito, senão poetas foram autênticos educadores através da história, porque ao expor as façanhas dos heróis, ensinavam implicitamente o dever-ser do cidadão da polis.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Não é o conhecimento do cotidiano&lt;/em&gt; – diz Caponnetto -, &lt;em&gt;do que é variável e passageiro o que aperfeiçoa as almas, senão o deter a atenção nos gestos, nos atos, nos pensamentos, que venceram a fugacidade diária, que conquistaram uma margem na história e por isso voltaram a ser atuais, ou seja, permanentes, de interesse constante”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Homero é atual esta manhã e o jornal hoje já envelheceu dizia Péguy aludindo essa contemporaneidade do superior, em contraste com a caducidade dos sucessos ordinários. Bem escrevia Chesterton: &lt;em&gt;“A tradição não quer dizer que os vivos estão mortos, senão que os mortos estão vivos”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Hoje se prefere outro ensino da história, adequada à superficialidade do ambiente. Uma história não comprometida, profissionalista e descritiva, quimicamente pura, sem adjetivos, e, se é possível, sem substantivo, em última instância, uma história amorfa, informe e incapaz de formar.&lt;br /&gt;A história que se ensina hoje é aquela que desterra a memória. Solzhenitsyn denunciou o sinistro plano que em seu tempo elaborou o regime marxista para destruir a memória de sua pátria mártir em aras da gestação do «homem novo». Bem ressalva Antônio Caponnetto que &lt;em&gt;«a história é a memória dos povos, e uma nação submetida à substituição sistemática de sua memória acaba no esquecimento».&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A preterição das raízes e dos arquétipos fundacionais, não tende senão a engendrar aqueles «cidadãos do mundo» que propicia a política educativa da UNESCO, sobre a base da abdicação do nacional em vista a consolidação de um mundo homogeneizado.&lt;br /&gt;O ensinamento de uma história sem raízes torna-se indispensável para levar adiante o projeto de uma sociedade fabricada próspera e esterilizada. Fazer de cada país uma peça de xadrez no tabuleiro da Nova Orden Mundial.&lt;br /&gt;Daí a magistral lição de Heraldo Barbuy (infelizmente desconhecido até mesmo entre nós, fruto justamente da hegemonia da concepção marxista do ser e da história) que salienta que &lt;em&gt;“a noção homogênea do espaço científico, abolindo países e paisagens, diversidades e vivências, coincide com a projeção desse espaço no mundo fabricado, onde tudo se torna uniforme, &lt;/em&gt;standard&lt;em&gt;, trajos e moradias, leis e regimes, desejando uma idéia científica da unidade do mundo, que é o posto de toda verdadeira unidade. Porque realmente a unidade supõe a variedade, a adesão a princípios sucessivamente mais altos que fundem um ápice espiritual, simbólico e superior”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;E acrescenta ainda o insigne filósofo que anulada, porém a existência do Deus vivo e concreto, toda hierarquia se desfez e toda unidade desapareceu; o sucedâneo da unidade é essa idéia de “um mundo só” que é a negação de toda unidade, de toda variedade e que é o conceito despótico do internacional. O internacional é o espaço científico, homogêneo, indistinto, coletivo; é a liquidação de toda peculiaridade. Já não há mais horizonte ao redor, um horizonte próximo. O sentimento da proximidade desapareceu com a uniformidade do espaço e com a supressão do &lt;em&gt;locus&lt;/em&gt;; estamos sempre no mesmo treco de espaço, porque todos os trechos são indistintos; não havendo mais proximidade, também não há mais distância; a supressão das distâncias pela técnica se dá no espaço projetado pela ciência; não já mais distância, nem proximidade, porque o próprio espaço se tornou irreal, o fruto de uma abstração, o resultado de uma negação da realidade e da unidade do mundo.&lt;br /&gt;Mas o tema dos modelos, dos arquétipos, não se refere apenas as nações e, por conseguinte, ao estudo da história universal e pátria, senão que tem haver também com o homem individual. São dois aspectos que se vinculam entre si. Porque o imanentismo da visão histórica tem por termo que a significação dos fatos se inicie e se esgote no homem, um homem feito a imagen e semelhança de si mesmo. É o drama do antropocentrismo (antropoteismo no dizer de Miguel Ayuso) contemporâneo, de um homem sem referências nem religações que o transcendam.&lt;br /&gt;O fato é que assim como não existe ensino verdadeiro da história sem se ater aos paradigmas, tampouco há realização do homem sem contemplação de seus arquétipos.&lt;br /&gt;O significado da palavra arquétipo, remonta a tradição cultural do mundo grego. &lt;em&gt;Typos&lt;/em&gt;, primitivamente, significava golpe, ruído feito ao golpear, marca deixada como conseqüência de um golpe. &lt;em&gt;Arjé&lt;/em&gt; agrega o sentido de princípio, originalidade. Portanto: golpe ou marca original.&lt;br /&gt;O homem é um ser essencialmente instável e está feito para transcender-se, tem a vocação da transcendência. Não pode reduzir-se a permanecer nos limites de um humanismo enclausurado em si mesmo: ou se transcende elevando-se, o se transcende degradando-se; ou se transcende para cima ou se transcende para baixo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Segundo Max Scheler, o núcleo substancial do homem se concentra neste impulso, nesta tendência espiritual a transcender-se.&lt;br /&gt;Gustave Thibon assim se expressa: modo: &lt;em&gt;«O homem apenas se realiza superando-se; não chega a ser ele mesmo senão quando ultrapassa seus limites. E, para dizer a verdade, não tem limites, senão que pode, segundo abra ou feche a porta a Deus, dilatar-se até o infinito ou reduzir-se até o nada».&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, nada mais repugnante que a expressão: &lt;em&gt;«cada qual deve aceitar-se como é&lt;/em&gt;». Os arquétipos e modelos são propostos a nossa consideração precisamente para que não nos aceitemos como tais, senão que optemos a transcender-nos. &lt;em&gt;«Somos viajantes em busca da pátria&lt;/em&gt; –dizia Hello– &lt;em&gt;temos que levantar os olhos para reconhecer o caminho&lt;/em&gt;».&lt;br /&gt;Conta Cervantes que os rústicos que escutavam Don Quixote terminavam extasiados por seu discurso. É que aquelas palavras candentes lhes permitiam reencontrar-se com o melhor deles mesmos, elevando seus corações acima da trivialidade cotidiana.&lt;br /&gt;Dizia Heidegger que a existência banal está feita de abdicação e termina no fastio e na angustia, reclamando algo mais que a preencha e a sacie.&lt;br /&gt;Conforme assinala Alfredo Sáenz, é Deus quem pos em nós essa atração pelo sublime, essa necessidade ontológica de superar-nos, de ser distintos e melhores do que somos (e não necessariamente do que os outros), esse anelo de quebrar o círculo estreito das apetências menores.&lt;br /&gt;Com justeza fez notar Heraldo Barbuy que, &lt;em&gt;"se há um significado no terrível drama da alma contemporânea, este só se pode dar na consciência de que é preciso devolver ao homem o sentido da sua vida, que não é outro senão o sentido do religioso, buscando, como os cavaleiros do Graal, através das jornadas indizíveis, o objeto transcendente da existência. Porque se a vida tem um fim, este não pode ser senão um fim que transcende à vida; se a transcendência estivesse na vida mesma, como dizem Heidegger e outros existencialistas, então a vida seria o fim de si mesma, o que é o mesmo que dizer que a vida não tem finalidade, nem sentido, Nada tem sentido se Deus não existe. Mas, se Deus existe, viver é transcender-se, é superar-se; eis porque, todos os tempos que acreditaram em Deus, acreditaram no herói".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Assim, somente tendendo ao superior chegamos ser autenticamente nós mesmos; somente cedendo à atração das alturas saímos de nossa subjetividade e nos fazemos capazes de por nossa vida ao serviço de Deus e dos demais.&lt;br /&gt;Eis a decisão radical na vida de cada homem: ou sucumbir a mediocridade, deixando-se deslumbrar pelo brilho das coisas que lhe são inferiores, ou propor-se uma existência vertical, com sua inevitável cota de renúncia e de sacrifício, uma existência orientada para a contemplação do Arquétipo e a emulação de suas virtudes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-2676411597961705555?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/2676411597961705555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=2676411597961705555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2676411597961705555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2676411597961705555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/01/autoridade-do-arqutipo-em-face-do.html' title='A autoridade do arquétipo em face do igualitarismo nivelador'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-3335771722766669987</id><published>2009-01-05T03:13:00.000-08:00</published><updated>2009-01-05T03:21:29.269-08:00</updated><title type='text'>O Coletivismo contra o Social</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SWHsg-adrzI/AAAAAAAAAIE/j-aj0XcKJp4/s1600-h/gustave+thibon.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287767488763637554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 247px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SWHsg-adrzI/AAAAAAAAAIE/j-aj0XcKJp4/s320/gustave+thibon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;GUSTAVE THIBON&lt;/strong&gt;, foi autodidata genail, nasceu em 2 de set de 1903 em Saint-Marcel-d'Ardèche (França), onde foi sempre lavrador. Não foi um homem de diplomas e títulos. Estudou por si só o grego e o latim, os "Diálogos" de Platão e a filosofia de Aristóteles, a "Suma Teológica" de Santo Tomás. Deu-nos páginas luminosas de "Diagnósticos de Fisiologia Social", "O que Deus uniu", "A Escada de Jacob" e outros volumes de aforismos penetrantes, que são como flechas agudas atiradas para todos os lados. Poucos como ele compreenderam profudamente o homem e a mulher, o amor humano e o casamento. Thibon é o testemunho que se oculta para deixar brilhar a verdade em todo o seu esplendor. Ele mesmo disse: &lt;strong&gt;"Eu não aspiro a iluminar os homens com a minha lanterna: minha única ambição é ajudá-lo a melhor contemplar o sol".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O coletivismo não reúne os homens senão para melhor os isolar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele os separa uns dos outros, na medida em que os amontoa uns sobre os outros. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, os grãos de areia no deserto formam uma imensa massa homogênea, mas os elementos que constituem essa massa não tem entre eles nenhum vínculo interno: é a própria imagem da Cidade Totalitária em que a solidão aumenta em função da promiscuidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A maqueta da Cidade Futura, nós a temos já nos grandes conjuntos anônimos que crescem como cogumelos ao redor de nossas cidades e dos quais transpira, para fora como para dentro, a lepra da uniformidade e do tédio; nos rebanhos humanos em que o "condutor" substitui o pastor; nesse desenraizamento geral que solta os indivíduos, como folhas mortas, ao vento da moda e da opinião; nessa fabricação em cadeia de consciências teleguiadas que são cevadas de abstrações e de quimeras ao invés de serem nutridas de realidades.Falam-nos de bom grado da "dimensão planetária" da humanidade de hoje. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas quem não vê que onde essa nova dimensão (que, alias, não é nova: todos os santos conheceram essa paixão da humanidade) não tem por fundamento e por caução um apego vivido ao próximo imediato e uma experiência de responsabilidade pessoal, ela não pode ser senão ilusão e engano? É muito bonito ser cidadão do mundo, mas é preciso começar por não ser apátrida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Saint-Exupery refere-se a este dialogo entre um homem apegado à sua terra e um desenraizado: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Você está partindo? - Sim. – Para onde? – Para Melbourne. – Como você estará longe! – Longe de onde?" Com efeito, não há distâncias para o desenraizado. Ele não está longe de nada. Mas, em contrapartida, ele não está ligado a nada: a palavra próximo não tem o menor sentido para ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nessa ordem, o uso imoderado das facilidades de comunicação – quer se trate de deslocamento no espaço ou de informação – arrisca comprometer nossa capacidade de comunhão. O próximo se distância à medida que o longínquo se aproxima. E ainda não se aproxima senão em aparência: por palavras e por imagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O que pensar, por exemplo, desse cidadão inconsciente e organizado (mecanizado caberia melhor) que se apaixona pela guerra do Vietnã e que ignora os problemas e talvez mesmo a existência de seu vizinho de andar – que ignora até o seu próprio problema, pois não se da conta de que não entende nada das questões acerca das quais é pedido que tome partido. E esse homem, arrancado de seu próximo e de si mesmo, vive em sonho a duas mil léguas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Diante dessa ameaça – já em parte realizada – do formigueiro futuro, Teilhard afirma com um otimismo intrépido: "não há formigueiro se as formigas aprendem a se amar". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas como poderiam elas aprender a se amar se a própria construção do formigueiro implica na eliminação das condições de amor, na erosão do terreno social de que ele precisa germinar? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É aqui que se aplica a fundo a parábola da semente e do solo: o grão divino aborta sobre um solo humano muito empobrecido. Vitor Hugo, num clarão de lucidez profética, coloca estas palavras na boca de não sei que Demos informe, construtor da Cidade coletivista e igualitária: "eu sou tudo, o inimigo misterioso de Tudo".- O número, túmulo da unidade: é aí, com efeito, que desemboca a miragem coletivista. Uma cidade em que une seus habitantes enquanto cifras e não enquanto pessoas. Que faz a soma e não a síntese. E que, em última análise, se edifica sobre as ruínas do homem real. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um organismo – se isso se pode dizer! – em que a prótese substituiu os membros: no limite, os ídolos absorvendo seus adoradores – UMA SOCIEDADE SEM HOMENS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;em&gt;Revista Hora Presente&lt;/em&gt;, São Paulo, set/out de 1968, n° 1, p. 127/128.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-3335771722766669987?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/3335771722766669987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=3335771722766669987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3335771722766669987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/3335771722766669987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2009/01/o-coletivismo-contra-o-social.html' title='O Coletivismo contra o Social'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/SWHsg-adrzI/AAAAAAAAAIE/j-aj0XcKJp4/s72-c/gustave+thibon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-7691617668280974787</id><published>2008-12-30T10:25:00.001-08:00</published><updated>2009-01-09T13:18:38.917-08:00</updated><title type='text'>O ressentimento marxista</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como outrora salientou Raimundo Farias Brito, filósofo cearense desaparecido nos alvores do século recém findado e desconhecido do grande público em decorrência da hegemonia da ideologia marxista: “&lt;em&gt;O interesse justifica a luta pelo pão, em nome do qual reclamam os socialistas a reforma da sociedade; mas o que não se justifica, nem se explica, é o interesse mesmo, elevado à categoria de princípio soberano da moral. É preciso partir de mais alto e submeter a exame mais profundo a verdadeira significação da natureza humana”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Em decorrência do paroxismo esquerdista em que a moderna intelligentsia utópica mergulha o mundo, todos os princípios de normalidade humana vêem-se cada vez mais contestados, isto é, profundamente negados e rejeitados.&lt;br /&gt;Daí a crença – como lembra Thomas Molnar também pouco conhecido entre nós - de que a humanidade poderá um dia livrar-se de tudo que a divide, de todas as distinções e desigualdades e a noção do amor como fusão de todos os seres e finalmente a insistência em querer dissolver os laços que lembram a antiga humanidade “ultrapassada”, laços de família, de propriedade, de hierarquia e laços com um Deus transcendente.&lt;br /&gt;Como na Rússia aniquilada pelo bolchevismo, o inimigo é o gulag, o senhor da terra, o camponês livre com sua família e sua aldeia. Contra tão vivificadora presença se alçou a máquina destruidora de Lênin e Stalin, cujo último objetivo – como assinala Alexander Soljenítsin - era &lt;em&gt;"destruir uma forma de vida nacional e extirpar a religião dos campos&lt;/em&gt;". Ali estão os versos lancinantes de Sérgio Esénin, para testemunhar que o dano imenso causado ao ruralismo pela revolução comunista, foi desterrar esse Cristo camponês, ante cuja majestade se inclinavam os pinheiros e os salgueiros para entoar-lhe o Hosana, esse Cristo divino lavrador, frente ao qual, até a névoa do pântano se fazia incenso em tributo de louvor.&lt;br /&gt;Nosso Nélson Rodrigues que tantas vezes em seus artigos em “O Globo”, com verbo inflamado atacou o marxismo e seus próceres, é bem elucidativo quanto ao famigerado humanismo marxista: &lt;em&gt;“Aí está o óbvio, não o simples óbvio, mas o óbvio ululante. Nem se precisa ser arquiteto, ou poeta, ou cineasta, ou sociólogo para perceber a brutalíssima evidência. O que já fez e continua fazendo o socialismo? Sim, o que nos ensina a experiência socialista senão o massacre de todas as liberdades? Eu poderia citar outras, e outras atrocidades. Lembrarei apenas uma: o estupro da pessoa humana. E que nos deu o socialismo, em troca da pessoa humana? Deu-nos a antipessoa. Aí está a figura mais hedionda da nossa época: - a antipessoa. A Rússia a criou, eis a verdade. E uma mãe, num poste de ônibus, suspirava: - ‘Hoje meu filho me deu uma surra’. Não era o filho, era a antipessoa. O anti-homem é algo de visível, de tangível, algo que podemos apalpar, sim, farejar, fisicamente. Tudo isso, repito, é óbvio mais ululante da terra”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Qual o motivo ante a experiência socialista, manchada até a medula pelo sangue de milhões de vidas humanas, faz com que tantos jovens sofram ainda o influxo da ação revolucionária das esquerdas de todos os matizes? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nélson Rodrigues vai direto aos intelectuais: &lt;em&gt;“Mas ai de nós, ai de nós. Os nossos intelectuais não vêem o óbvio, seja ululante ou o simples óbvio, sem superlativo. A Grande Revolução foi uma gigantesca e sangrenta impostura. E, agora, eles assistem à curra da Tchecoslováquia. Vêem as radiofotos dos violados tchecos chorando. E, então, a nossa inteligência conclui: O socialismo é liberdade”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Remetendo o assunto a nossa realidade, vemos estagnados a fina flor da intelectualidade brasileira (analfabetos diplomados), sejam eles juristas, sociólogos, professores universitários, simples palpiteiros e até mesmo o mais modesto vendedor de pipoca da esquina entoarem loas ao desgoverno revolucionário que assola todo país.&lt;br /&gt;Quilombolas, MST, reservas indígenas, cotas para negros, uniões civis de homossexuais, aborto, etc.: &lt;em&gt;estamos caminhando para uma sociedade justa e igualitária dizem eles.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Por outro lado, fascistas, preconceituosos, racistas e toda sorte de epítetos são atribuídos a todos àqueles que conseguem enxergar o óbvio ululante: &lt;em&gt;estamos caminhando em passos largos para o totalitarismo comunista.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;No entanto, consola-nos que – e temos escutado e visto pessoalmente, longe dos registros televisivos condescendentes com a má sorte que se aproxima - nas propriedades rurais tão intensas e viris de nossos dias, e mesmo nas conversas diárias com a gente simples do povo, não hão faltado espontâneas e fundamentadas vozes e manifestações que desmascaram o caráter revolucionário e terrorista do governo que os castiga e persegue. É o modo local inequívoco de protestar contra o marxismo dominante. É o sinal suficiente entre nós, para avisar e advertir que são os vermelhos os responsáveis desta investida anti-nacional. É o sinal de que ninguém se engana sobre a trágica existência de uma tirania, exercida por antigos terroristas camuflados agora em dirigentes da nação.&lt;br /&gt;Como todos os marxistas, os que compõem o desgoverno subversivo do PT não se inclinam ante os pobres ou ante as minorias (que são a pedra de toque de todo discurso hipócrita da esquerda) para resolver-lhes realmente sua angustiosa situação. Não se interessam por eles caritativamente senão, como o prescreveu lapidarmente Henri Lefebvre, lhes servem de força propagandística, de vítimas manipuláveis, de ocasião e escusa para exercitar a demagogia populista e o utopismo insensato de prometer que se acabará com a pobreza como que promete que chegará inexoravelmente o verão após rigorosos frios. Os pobres, as minorias da retórica esquerdista não são os do Evangelho, cujas chagas puderam cobrir os monarcas santos. Não são sequer os esfarrapados aos que chega o assistencialismo filantrópico. Os pobres dos discursos da esquerda – enquanto seus asseclas exibem impúdicamente suas finas roupagens e frivolidades exasperantes – são os mesmos dos quais falava hipócritamente Liu Chao Tchi em 1950: &lt;em&gt;“uma classe a qual não há que aliviar sua miséria senão utilizar como pretexto político e força de choque”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esta não é a gestão de Robin Hood – tirando dos ricos e dando aos pobres - senão a de profissionais da usura, da máfia, do delito e do homicídio, ao serviço da plutocracia internacional. Não é a gestão do Cavaleiro de Sherwood senão a da donzela dos tugúrios sionistas e das USPs dos terroristas de ontem.&lt;br /&gt;Com ela como símbolo da tragédia que padecemos, se constata uma vez mais o que dissera o argentino Alberto Falcionelli: &lt;em&gt;“o capitalismo e o marxismo são ruptura na história. Ruptura da Tradição, da Fé, da Nacionalidade e da Decência”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;É a existência mesmo de nossa nação que está em jogo. Para que nossa pátria recupere sua existência é necessário combater a maldita, enlouquecida e furiosa tirania que a mantém presa e torturada. Tirania de incendiários e mentirosos, de hipócritas e ignorantes, de facínoras e malfeitores, de cegos e segregadores das liberdades concretas. Tirania do número e do garrote vil, dos criminosos de guerra de outrora (guerra subversiva e revolucionária como tem demonstrado o Deputado Jair Bolsonaro), revestidos agora em donos do poder. Tirania de imorais, ateus e apátridas, unidos todos sobre a comum e repugnante marca do ressentimento.&lt;br /&gt;O ressentimento: essa &lt;em&gt;"ira ulcerada", &lt;/em&gt;como o definiu o Pe. Castellani, &lt;em&gt;"mesclada de inveja, de soberba e, sobretudo, de preguiça. Veneno que é como uma ferida inflamada e depois gangrenosa".&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O ressentimento é uma auto-intoxicação psíquica que surge ao reprimir sistematicamente os afetos e as descargas emocionais normais. Revela a consciência da própria impotência, pois, leva a refrear esse impulso espontâneo de vingança que se vai acumulando, e atrasando assim o contra-ataque. O ressentimento acumulado acaba por desumanizar o adversário, abrindo assim a porta ao extermínio. Como disse um assassino das FARC: &lt;em&gt;«Yo no he matado a una persona, he matado a un empresario&lt;/em&gt;».&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não é demais relembrar que Cristo foi crucificado sobre o mandato de Tibério,&lt;em&gt; "o ressentido do ano 33”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-7691617668280974787?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/7691617668280974787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=7691617668280974787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7691617668280974787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7691617668280974787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/12/o-ressentimento-marxista.html' title='O ressentimento marxista'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-8304078594678818516</id><published>2008-11-01T00:37:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T00:40:02.623-07:00</updated><title type='text'>Gen. Olympio Mourão Filho: um profeta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;O General Olympio Mourão Filho (figura de destaque na recente história do Brasil, sobremodo na Revolução de 64 que livrou o Brasil das do comunismo), não chegou a conhecer Lula, mas certamente as palavras que agora transcrevemos revelam que este grande homem de nossas armas também foi um profeta.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Gen. Olympio Mourão Filho. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto Alegre: L&amp;amp;PM, 1978, p. 16.)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-8304078594678818516?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/8304078594678818516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=8304078594678818516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8304078594678818516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/8304078594678818516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/11/gen-olympio-mouro-filho-um-profeta.html' title='Gen. Olympio Mourão Filho: um profeta'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-7556558880444898991</id><published>2008-10-13T17:25:00.000-07:00</published><updated>2009-01-09T13:19:31.862-08:00</updated><title type='text'>Raimundo Farias Brito: homenagem ao grande filósofo cearense</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#993300;"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um personagem de Chesterton, em "A Esfera e a Cruz", quebrava a bengaladas as vidraças de um jornal que ofendia a Mãe de Cristo, era uma forma de fazer frente a seus opositores e do cristianismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nesta linha de raciocínio, no Brasil, Raimundo Farias Brito (1862-1917), notável filósofo cearense, hoje olvidado dos meios intelectuais, espancava seus antagonistas com o vigor de sua pena, sobretudo àqueles pertencentes ao que ele alcunhou de "filosofia do desespero", a saber, o fenomenismo de Hume; o criticismo de Kant; o positivismo de Augusto Comte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A obra erigida pelo portentoso pensador pátrio contribuiria em nosso tempo, para pôr cobro à faina demolidora, esse insulamento trágico do existir – conforme expressão de Elias Tejada – que é a regra dos desbocados existencialismos modernos, seja o cristão de Soren Kierkegaard, ou o heideggeriano, ou mesmo o existencialismo ateu de Sartre.&lt;br /&gt;Farias Brito entendia que, a filosofia, fornecendo uma interpretação da existência, dá-nos ao mesmo tempo a compreensão do nosso destino.&lt;br /&gt;Novalis, de uma certa feita, ensinou que, só um artista pode adivinhar o sentido da vida. Nesse sentido, Carlos da Veiga Lima, em estudo referente à obra de Farias Brito, dizia em certa altura: "E haverá maior artista que o filósofo?... A filosofia é a arte suprema... arte para nosso filósofo, não é senão, energia criadora do ideal".&lt;br /&gt;A realidade é uma afirmação do espírito, e só o espírito atrai o pensamento, dando-lhe força pragmática, modelando como IDÉIA FORÇA que coordena o obscuro mecanismo da nossa personalidade e da realidade à nossa consciência e eficácia a idéia (Carlos da Veiga Lima).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Somente através da filosofia se pode alargar o horizonte humano da vida moral e chegar ao heroísmo da vida religiosa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Acerca do assunto, consoante a lição do insuspeito Willian James, filosofo do pragmatismo, "... é no heroísmo bem sentimos, que se acha escondido o mistério da vida... é abraçando a morte q se vive a vida mais alta, mais intensa, mais perfeita, profunda verdade de que o ascetismo foi sempre no mundo campeão fiel. A loucura da Cruz conserva uma significação profunda e viva". (W. James, in L´experience religiouse).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Farias Brito foi um inovador, um paladino do espírito, se colocou em combate num campo onde se encontravam adversários do estofo de um Tobias Barreto e de uma plêiade de intelectuais seguidores de Augusto Comte e Herbert Spencer, merecendo a justa homenagem do conspícuo professor Câmara Cascudo, que com a loquacidade que lhe era peculiar, definiu o homem e autor de "Finalidade do Mundo", como, "singular operário, obstinado e tranqüilo, batendo uma silenciosa bigorna, um aço que resistiria à ferrugem de todas as indiferenças, destinado a relampejar, ao calor do sol, como uma aura de esplendor e sucesso".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É notório verificar, não sem preocupação, que a juventude, pensante ou não, ainda sofre os influxos da putrefação filosófica, se deleitando nas leituras dos próceres do pensamento materialista, Hegel, Marx, Feuerbach, Heidegger, Kant... se tornando infensos a vigorosidade da "Filosofia do Espírito" do saudoso pensador cearense. Cabe proclamar com exaustão, que para Farias Brito, é o Espírito que elabora idéias, produz o pensamento, cria a ciência, interpreta o universo.&lt;br /&gt;Entendemos que tudo quanto escreveu, foi para os olhos de nossa geração, que caminha como fardo sem endereço, em busca de um relâmpago interior que seja inoculado em suas almas, impulsionando-os às culminâncias mais elevadas, dando significado e dignidade ao seu destino.&lt;br /&gt;Corroborando com tudo quanto dissemos, cabe ressaltar a indelével sentença de um ilustre pensador lusitano:&lt;em&gt; "... os homens passam com o seu tropéu de ódios, com o seu cortejo de violências, mas que não passa jamais toda afirmação que é feita com amor e servida com sinceridade". &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-7556558880444898991?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/7556558880444898991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=7556558880444898991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7556558880444898991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/7556558880444898991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/10/raimundo-frias-brito-homenagem-ao.html' title='Raimundo Farias Brito: homenagem ao grande filósofo cearense'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-6340643746577236639</id><published>2008-10-13T17:15:00.000-07:00</published><updated>2008-10-13T17:18:10.435-07:00</updated><title type='text'>Que é a Revolução?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Charles Maurras: "A revolução verdadeira não é a revolução na rua, é a maneira revolucionária de pensar"&lt;br /&gt;A Revolução nas inteligências vem de longe. Daí é que ela passa as barricadas. Sua eclosão, precedendo as jornadas revolucionárias nas ruas de Paris em 1789, foi magnificamente estuda por Augustin Cochin, que fez compreender o verdadeiro sentido da Revolução "antifrancesa", dando a conhecer a ação das "sociedades de pensamento" e a "maneira revolucionária de pensar". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Naquela mesma época foi igualmente, e com alta categoria, delineada por Bernard Fay em La &lt;em&gt;Revolution intellectualle au XVIIIe Siècle en&lt;/em&gt; France, este mesmo Bernard Fay que mais recentemente nos deu seu livro chave, &lt;em&gt;La Naissance d´um Monstre&lt;/em&gt;, mostrando como, através da história, se tem forjado a "opinião pública".&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vem de longe a Revolução nas idéias.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas o que a Revolução? Responde Monsenhor Gaume (&lt;em&gt;La Révolution&lt;/em&gt;):&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"Eu não sou o que se pensa. Muitos falam de mim e muito poucos me conhecem. Eu não sou nem o carbonarismo, nem a arruaça, nem a mudança de monarquia em república, nem a substituição de uma dinastia por outra, nem a perturbação momentânea da ordem pública, nem os furores da Montanha, nem o combate das barricadas, nem a pilhagem, nem o incêndio, nem a lei agrária, nem a guilhotina, nem os afogamentos. Eu não sou nem Marat, nem Robespierre, nem Kossuth. Estes homens são meus filhos, não são eu mesma. Estas coisas são minhas obras, não são eu mesma. Estes homens e estas coisas são fatos passageiros e eu sou um estado permanente...""Eu sou o ódio de toda ordem que o homem estabeleceu e na qual ele não é rei e Deus ao mesmo tempo".&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Revolução é a substituição da religião do Deus feito homem pela religião do homem feito Deus.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-6340643746577236639?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/6340643746577236639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=6340643746577236639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/6340643746577236639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/6340643746577236639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/10/que-revoluo.html' title='Que é a Revolução?'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-2519646555809619827</id><published>2008-09-29T11:53:00.000-07:00</published><updated>2008-09-29T12:02:26.651-07:00</updated><title type='text'>Trotskismo em cinco pontos: doutrinas e pessoas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;Transcrevo aqui um texto original da revista &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ichtus.fr/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;Permanences&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt; (413-414, «&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ichtus.fr/article.php3?id_article=35"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;Autopsie de la Révolution&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3333ff;"&gt;»), que a pesar do tempo transcorrido não perdeu sua atualidade, sobretudo na América Latina governada quase em sua totalidade pela esquerda.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É habitual resumir em cinco pontos os mecanismos da Revolução (1) que sintetizam a tática elaborada por León Trotsky.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1 – Dispor de pequenas equipes de homens formados e exercitados. Este ponto não tem nada de subversivo em si; recordamos suficientemente esta necessidade de pequenas equipes e a força do pequeno número. Constitui o elemento obrigatório de toda ação humana eficaz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2 – Montar pequenas operações que bloqueiem o funcionamento normal das instituições. Se trata de por de relevo a fragilidade do poder existente. Se provoca uma paralisação do país ou alguns setores de atividade; o "beneficio prático" obtido importa pouco, o êxito só está vinculado ao impacto ideológico. Exemplos: A greve ou a transgressão que conduz a um processo judicial para manifestar que a lei tornou-se ultrapassada e não pode ser respeitada…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;3 – Suscitar a dúvida, o medo, o silêncio e o recolhimento sobre sí. A dúvida, que paralisa, é a arma mais eficaz de Satanás. O objetivo é, em particular, instalar o temor (temor de não ser de seu tempo, de ser racista, homófobo…) e de constituir o que se acorda em chamar a "maioria silenciosa". Esta maioria é efetivamente convertida em silenciosa por meios de pressão eficazes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;4 – Suscitar e fazer crer a aparição de uma nova moral e, em conseqüência, de uma nova legitimidade. O discurso subversivo procura, constantemente, ser moralizador. Tem por objetivo fabricar uma consciência coletiva que maneje a consciência pessoal. Um consenso fabricado substitui os dados essenciais da lei natural. O vocabulário é manipulado: bebê de proveta se converteu, em ocasião dos debates sobre bioética, em bebê do amor ou bebê da esperança… Encontramos aqui o princípio maçônico solve et coagula: dissolver uma moral para legitimar uma novidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;5 – Suscitar novos poderes sobrepondo-se acima das competências e responsabilidades legais. O poder político debilitado é substituído por um poder paralelo, que não está fundado em legitimidade alguma e não responde por suas decisões. A política se elabora em comissões ou grupos obscuros (financeiros, maçônicos…). Organismos como SOS Racismo ou Act-Up elaboram as leis. As ONGs se convertem em níveis essenciais destas hierarquias paralelas a nível mundial (planificação familiar…).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A cada um destes pontos corresponde uma "contra-medida", mas é importante recordar que a ação contra revolucionária não é uma Revolução ao contrário senão o contrário da Revolução.&lt;br /&gt;A pergunta, por quem é que lutamos?, enquanto laicos católicos, não podemos senão responder: por Cristo Rei. A pergunta, contra quem nós lutamos?, a resposta é também evidente: contra Satã. Mas Satã é "legião", como nos diz a Escritura. Se sabe que a Virgem em La Salette revelou aos videntes que Lucifer aparecia assistido por uma classe de ministério composto de três membros: Mamón, o demônio do dinheiro; Asmodeo, o demônio da luxúria, e Belzebu, o demônio do ocultismo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma vez mais, devemos a Jean Ousset (2) a conclusão e a intuição do que convém fazer:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Temos em nossa frente o erro e aqueles que o divulgam. É impossível separar os dois. Os erros são similares as flechas as quais não fariam nenhum mal a ninguém se não houvesse quem as lançassem com um arco ou com um fuzil. Pretender guerrear somente contra as idéias e os sistemas perversos, sem Ter em conta quem os divulgam, difundem, aplicam sistematicamente sería uma loucura, senão cumplicidade manifesta com o inimigo".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(1) Utilizamos aqui o folheto de Philippe Maxence: Introduction à une action civique.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(2) Pour qu’Il règne, p. 81&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-2519646555809619827?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/2519646555809619827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=2519646555809619827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2519646555809619827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/2519646555809619827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/09/trotskismo-em-cinco-pontos-doutrinas-e.html' title='Trotskismo em cinco pontos: doutrinas e pessoas'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5841171290727050833.post-1930029140692415165</id><published>2008-09-21T21:48:00.000-07:00</published><updated>2011-01-14T05:09:59.642-08:00</updated><title type='text'>Nação, Pátria e Tradição.</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Fernando Rodrigues Batista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pátria costuma dizer-se do país em que nascemos: terra patrum, e traz a idéia de herança de um patrimônio material e cultural que recebemos dos nosso maiores e devemos conservar e defender para podermos transmitir íntegro aos nossos filhos, assim nos a inteligência máscula de José Pedro Galvão de Sousa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Nação – do latim &lt;em&gt;nasci&lt;/em&gt; (nascer) – evoca a idéia de origem e significa precipuamente uma família histórica. Conclui-se, portanto, que a nação não é simplesmente o povo, não se confunde com o conjunto dos habitantes de um país, nem se reduz à população nacional, é uma categoria temporal e histórica, abrange o ontem, o hoje e o amanhã, eis por que as nações se diferenciam entre si pela tradição que caracteriza a cada uma delas, dando-lhe uma individualidade histórica.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Nesse mesmo diapasão, Plínio Salgado entende por nação a consciência da diferenciação de um povo dos demais povos do mundo. Esta consciência é que dá o caráter da personalidade nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;E ainda, acrescenta o autor acima citado, que a nação é, do ponto de vista de sua fisiologia, um conjunto de grupos naturais, criados pelo homem para o exercício de seus direitos e cumprimentos de seus deveres. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Do ponto de vista psicológico, a nação exprime uma consciência de diferenciação histórica dos demais grupos humanos. As pátrias estão localizadas no espaço, sendo que as nações se prolongam no tempo, o primeiro conceito é mais estático, o segundo mais dinâmico.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Pode-se também dizer, em conformidade com a Escola Jurídica Espanhola, que Nação é um conceito histórico, sendo que a Pátria por sua vez é um conceito geográfico.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Le Fur em sua obra "Os grandes problemas do Direito", preleciona que à idéia de nação ou de nacionalidade, que tem em vista sobretudo os homens, - e não somente os cidadãos presentes mas também os de ontem e de amanhã, a idéia de pátria acrescenta a de um território determinado: terra pátria, terra patrum, a terra dos avós, hoje nossa, amanhã de nossos descendentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Assim ela pode ser definida, "o lar de uma nação". Mas cumpre não esquecer que o elemento espiritual, o amor dos homens, deve vir antes do amor do solo, elemento material.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;A. Massineo, por seu turno, ressalta que a pátria exprime de modo direto e principal, per prius diriam os escolásticos, a terra dos pais, e de modo indireto, por conexão íntima com o primeiro objeto significado, os costumes, as tradições, os homens que a habitam (MASSINEO, A, La Nazione, Ed. Civiltà Cattolica, Roma, 1944, p. 137 e 138.). &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Já o nacionalismo, consoante a lição do mesmo autor, é uma virtude moral que nos inclina a amar a nossa nação e a cumprir todos os deveres, que a piedade nos impõe para com todos aqueles que nos são unidos pela identidade de origem e cultura. (ob. cit., p. 139).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Inolvidável, porém, é a passagem luminosa de Bossuet onde enfatiza que, a sociedade humana exige que se ame a terra em que todos juntos habitamos. Olhamo-la como mãe comum e a ela nos prendemos. É ao que os latinos chamam charitas patria soli, o amor do solo paterno. Os homens, sentem-se, com efeito, ligados por fortes laços quando pensam que a mesma terra que os suportou e alimentou vivos os receberá mortos em seu seio.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Consoante os parágrafos acima delineados, vislumbra-se que uma das realidades mais humanas e dinâmicas que podemos encontrar é a da nação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Pela idéia de "nascimento" que expressa, a nação nos fala de um "encadeamento de gerações" na transmissão da vida, ou seja, nos fala de tradição. Daí o porque Francisco de Elias Tejada y Spinola definir o patriotismo como sendo o amor à essência de um povo, isto é, à sua tradição.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Impossível o nacionalismo sem patriotismo, pondera Plínio Salgado, como impossível é o patriotismo sem amor à Tradição, logo, a Tradição, sendo fonte da própria Nação, é fundamento do patriotismo, que dinamiza o nacionalismo, ou a empresa lançada para o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;A importância da Tradição é forçosa se se pretende manter a personalidade das Pátrias, que sem ela estas deixariam de existir, em consonância com a lição de Pemrtin, segundo o qual "se é tradicionalista, não por gosto, mas porque não há outro remédio senão apoiar-se em nossa própria substância, em nossa personalidade, se se quer meramente ser".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Nesse sentido é que o professor Tejada prelecionava acerca da Nacionalidade: "O essencial é uma comunidade política em espírito; os laços legais nada valem se não interpretam seu conteúdo efetivo de idealidade. Por isso, o problema fundamental de um governante é, precisamente, este de forjar e manter essa unidade de espírito que faz as empresas nacionais".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Este ambiente é o que em nosso pensamento político emanado de um substrato católico é conhecido como Tradição, e que levou o insigne jurista espanhol Miguel Ayuso Torres a afirmar que os povos não são "nações", são "tradições". É um amor de agradecimento. E é um dever de não dilapidar o patrimônio que nos há sido legado. Gérman Doig já dizia que não se pode viver com coerência o presente e menos ainda construir o amanha se se perdem as raízes (..) Não existe desenvolvimento autêntico se se edifica de costas a própria identidade."( DOIG, Germán. América Latina, Identidad y Destino, VE. N° 44 Dic. 1999, p. 22).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Antônio Sardinha, relembrava o ensinamento do neto de Renan: "é preciso tomar o partido dos nossos Maiores contra o partido de nossos Pais". Ao que acrescentava o inolvidável mestre português: "tomar o partido de nossos maiores é reconciliar-nos com a essência da Pátria, - é integrar-nos na seqüência tradicional do nosso passado de ocidentais...".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Tradição é o caráter da Nação. Leciona Plínio Salgado que, assim como para o homem isolado, o caráter é a memória de cada ato individual e do conjunto dos atos individuais na sua vida de relação com outros homens e com o conjunto social, informando permanentemente o "fazer" e o "que fazer" no presente e no futuro, também o caráter de uma Nação consiste nessa faculdade de lembrar, de trazer em dia as atitudes pretéritas, para harmonizar o que foi, o que é e o que virá, num sentido de afirmação de personalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Na mesma linha de raciocínio, a Nação para José Antônio Primo Rivera é irrevogável, isto é, que a Tradição que a constitui não pertence a uma geração que o tempo leva, porque esta recebeu-a do esforço de gerações anteriores e deverá entregá-la como depósito sagrado às gerações que sucedem.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Ao contrário de Primo Rivera, Francisco Elias Tejada, acrescenta que prefere o conceito de usufruto (em relação a Nação), porque esse acervo sagrado do que foi e continua a ser com vitalidade presentes, admite de nossa parte uso e melhoras, porém sempre sem poder abusar, ou como se diz em Direito Romano, salva rei substantia.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Tão íntimos que são o nacionalismo e o patriotismo que João Ameal preleciona que patriotismo é a nossa gratidão à sociedade, que encontramos já pronta a receber-nos, ordenada, regulada, tuteladar, no seio da qual nos formamos e desenvolvemos, pouco a pouco, amparados pelas suas firmes estruturas; com a qual contamos hoje para nos assegurar proteção e justiça; com a qual sabemos poder contar amanhã (visto a sua existência nos aparecer duradoura e estável) para dar aos que nos sucederem os mesmos benefícios que nos deu a nós. Gratidão no espaço – pois estendemos o nosso afeto a toda a vasta comunidade em que estamos integrados; e gratidão no tempo – pois o estendemos também a quantos, nos passado, ajudaram a construir, reforçar, a consolidar o agregado em que nos precederam; a quantos defenderam e aumentaram esse Bem Comum de que somos agora usufrutuários.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;E é nesse sentido que, não podemos malbaratar a Nação, nem aliená-la, porque não somos donos absolutos, mas a recebemos como legado vivo do passado para transmiti-la ao futuro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;No mesmo mister, o conspícuo pensador francês Jean Ousset escreveu:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;&lt;em&gt;"A nação é a sucessão dos homens da pátria, no passado e no porvir, assim como no presente. Não é o simples total dos que vivem. A nação existia antes deles, e quando eles morrerem ainda sobreviverá. A nação se refere, pois, a aquele que faz a união ou a unidade de um certo numero de gerações em certo rincão do planeta e também, ao que permite dizer que, em determinada região, ou para determinada classe de homens, existe verdadeiramente uma comunidade de mortos e vivos. Por isso, as vezes se nos ensina que o espírito nacional reside primeiramente na consciência de cada um nós."&lt;/em&gt; (OUSSET, J. Patria, Nación, Estado, Ed. Speiro, Madrid p. 22-23)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Deve-se acrescentar, porém, que há pátrias (patrimônios) que não souberam guardar, por exemplo, a unidade de sua fé católica, que não conheceram, ou quase, o incêndio, a devastação destas revoluções ideológicas e sociais de que os rancores, os ódios podem tornar-se a todo momento ocasião de divisão dos espíritos e dos corações. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Em outras palavras, se há pátrias (patrimônios) harmoniosas, unas, há as atormentadas. Pátrias em que os valores de vida são continuamente ameaçados pelos valores de revolução e de morte. Pátrias, que atrás de si, arrastam um pesado passivo de culpas ou de erros políticos, filosóficos, religiosos. Daí a lamentação de Ousset ao dizer que há Pátrias que perecem marcadas por Deus, tanto o subversivo e o falso ocupam lugar em sua herança. Pátrias que, em filosofia, em literatura, em religião, não são conhecidas, muitas vezes, senão pelo nome de hereges célebres, escritores corruptores, filósofos subversivos. Pátrias que trazem em si um veneno capaz de provocar a todo momento a desagregação da nação de que participam, tanto os valores dessas pátrias são divisores, destruidores, desmoralizantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Palavras profícuas, lançadas como flechas no seio de nossa pátria, fazendo-nos recordar como a herança dos hereges pesa sobre nós. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;E nesse sentido é que um brilhante pensador alemão a respeito de seu país, lamentava, após as terríveis conseqüências oriundas do influxo das idéias de Lutero, Kant e do nazismo no seio de seu povo: &lt;em&gt;"Nós sofremos porque os erros que professamos, as falsas religiões que praticamos nos impedem de afastar ou de neutralizar em nosso patrimônio nacional o que significa decomposição, desordem, fome, servidão". &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Por derradeiro, conclui-se que se tais elementos devastadores, as falsas religiões, as filosofias deletérias aos poucos vão corroendo a alma nacional, sua essência, sua tradição, alterando sua substancia que nos fora legada por nossos maiores, a Nação deixa de ser Pátria, deixa de encerrar qualquer elemento sagrado, tornando-se tão somente coexistência laica. Daí a pergunta do filósofo tradicionalista espanhol Rafael Gambra:&lt;em&gt; "que sentido tem morrer por ela? Morrer pelo standing, pela segurança social, pelo desenvolvimento econômico? Os objetores de consciência vêm a ser "objetores de lógica", e é preciso dar-lhes razão".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;E arremata: &lt;em&gt;"O divórcio já veio. Quem é o Estado Laico para determinar que uma união não indissolúvel seja um contrato imoral que as leis civis não podem admitir? E virá o estatuto dos ritos ocultistas, mágicos, o casamento entre homossexuais e a possibilidade destes adotarem filhos, um estatuto dos toxicômanos. Em nome de quem proibir estas coisas, enquanto não atentam contra os demais em sua vida física?".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(51, 0, 51);" align="justify"&gt;Por isso considero que sem dúvidas o homem deve amar sua família, aos mais próximos, a aqueles que hão criado e lhe legaram um ambiente e uma cultura nos quais ele tem se desenvolvido, pois amar à Pátria significa amar à Tradição, e que nosso nacionalismo, tão necessário na hora presente, seja aquele preconizado pelo sociólogo jesuíta Yves de la Brière ( ao menos no sentido em que o conceituou) que se caracteriza como reação do sentimento nacional contra as influências perniciosas que tendam a dissociar a pátria, influências criadas pela ameaça da força estrangeira, pela penetração da finança estrangeira, ou pela difusão de doutrinas e métodos que enervam, desorganizam e fazem esquecer as justas necessidades políticas do interesse nacional, sem todavia, os excessos dos falsos nacionalismos que tantas mazelas trouxeram a humanidade. O verdadeiro Nacionalismo é o escudo do Patriotismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5841171290727050833-1930029140692415165?l=patriagrandebr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/feeds/1930029140692415165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5841171290727050833&amp;postID=1930029140692415165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1930029140692415165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5841171290727050833/posts/default/1930029140692415165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patriagrandebr.blogspot.com/2008/09/nao-ptria-e-tradio.html' title='Nação, Pátria e Tradição.'/><author><name>Pátria Grande</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13863808409127612110</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_-whPh6UZopw/S3Yhd9UW7AI/AAAAAAAAAaM/ZqP_F7JCbqM/S220/carlismo_reyes.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
